A ascensão da Inteligência Artificial

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Inteligência Artificial
Inteligência Artificial

É curioso que precisamente aqueles que estão na vanguarda do desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), são os mesmos que apareçam a alertar para os eventuais perigos da mesma.

Fomos amplamente condicionados pelo Cinema e restante cultura popular a acreditar que é verossímil que as máquinas possam um dia “revoltar-se” contra a humanidade e tomar o controlo.

Mas tal só seria possível se as máquinas pudessem ter “consciência de si”. E não é por aumentar o seu poder de computação ou a sofisticação dos seus algoritmos, que acontecerá. A partir de que limite é que a consciência surge?

Como se infunde consciência numa máquina? Através de um algoritmo adicional?

Não se trata de um processo quantitativo.

A consciência é talvez o maior fenómeno do Universo.

Apesar disso, os “apelos” dos figurões das tecnologias de informação têm sido “proveitosos”, a considerar pela multiplicidade de manifestações de receio, que grassam pelas redes sociais, perante um hipotético futuro distópico onde as máquinas passariam a governar o planeta, subjugando a humanidade.

Na impossibilidade da sublevação do silício, como encarar as demonstrações de receio por parte dos seus criadores?

Talvez nunca tenham reflectido muito sobre o assunto?

A Inteligência Artificial pode facilmente tornar-se no novo “inimigo invisível”, um muito apetecível bode expiatório para quase qualquer “Falsa Bandeira” que se consiga imaginar.

Somente mais uma forma de se evocar medo com algo que não existe.

Conclusão

Que as máquinas não se consigam revoltar não é sinónimo que não possam constituir qualquer perigo. Mas isso depende apenas da humanidade

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