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Subvenção pública dos candidatos às eleições autárquicas

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eleições
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A lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais afirma que “a subvenção não pode, em qualquer caso, ultrapassar o valor das despesas efetivamente realizadas”.

Em seguida iremos divulgar como é atribuída a subvenção pública.

Que candidatos têm direito à subvenção pública?

Só têm direito à atribuição de subvenção pública quando ocorram eleições simultâneas para a câmara e assembleia municipal e, nesse caso, apenas têm direito as candidaturas os partidos, coligações de partidos e grupos de cidadãos eleitores que concorram a ambos os órgãos municipais e obtenham representação de pelo menos um elemento diretamente eleito ou, no mínimo, 2% dos votos em cada sufrágio.

Como é calculado o valor da subvenção pública?

Nas eleições para as autarquias locais, a subvenção é de valor total equivalente a 150% do limite de despesas admitidas para o município.

Qual o limite máximo admissível de despesas?

O limite máximo admissível de despesas realizadas nas campanhas eleitorais para as autarquias locais é fixado nos seguintes valores:

a) 1350 salários mínimos mensais nacionais em Lisboa e Porto;

b) 900 salários mínimos mensais nacionais nos municípios com 100 mil ou mais eleitores;

c) 450 salários mínimos mensais nacionais nos municípios com mais de 50 mil e menos de 100 mil eleitores;

d) 300 salários mínimos mensais nacionais nos municípios com mais de 10 mil e até 50 mil eleitores;

e) 150 salários mínimos mensais nacionais nos municípios com 10 mil ou menos eleitores.

No caso de candidaturas apresentadas apenas a assembleias de freguesia, o limite máximo admissível de despesas é de um terço do salário mínimo mensal nacional por cada candidato.

Actualmente o valor do salário mínimo nacional é: 665 euros

Para que efeito serve a subvenção pública?

A subvenção serve para cobrir as despesas realizadas. A lei define que as campanhas não podem lucrar com o apoio estatal.

A lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais afirma que “a subvenção não pode, em qualquer caso, ultrapassar o valor das despesas efetivamente realizadas”.

Fontes:

 

COVID-19: Variante Delta – mais um embuste para perpetuar a narrativa oficial

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Prevalência da variante e pacientes no hospital
Prevalência da variante e pacientes no hospital

A apelidada “Variante Delta” (anteriormente conhecida como a “Variante Indiana“) tem vindo a ser empolada pelos Meios de Comunicação Social e algumas autoridades de saúde como a principal preocupação actual ao nível da COVID-19.

Diz-se que é mais transmissível.

Mas haverá motivos para a preocupação manifestada?

Segundo um relatório relativo à prevalência das variantes, emitido no passado dia 11 de Junho pela autoridade de Saúde Pública Britânica [1], como podemos verificar pelo Gráfico 1 na imagem principal da publicação, a Variante Delta (representada a lilás), passou de uma prevalência residual até ao início de Abril, onde começou a subir gradualmente ao longo do mês de Maio, até atingir quase 100% em meados de Junho.

Tornou-se portanto, de forma esmagadora, a variante mais prevalente entre a população britânica.

Mas será isto motivo para preocupações?

O Gráfico 2 da imagem principal da publicação, tem como fonte dados do Governo Britânico [2] e mostra-nos o número de hospitalizações alegadamente devido à COVID-19. Como se pode analisar, houve uma grande descida após o pico de infecções respiratórias, pelo que a partir de meados de Março, o número de hospitalizações tornou-se muito reduzido, mantendo-se estável em níveis baixos até agora.

Covid-19 - Variante Delta
Covid-19 – Variante Delta

Voltando ao Gráfico 1, a linha verde representa a evolução das hospitalizações do Gráfico 2, permitindo-nos visualizar cronologicamente, como as hospitalizações desceram até ao seu nível mais baixo numa altura em que a Variante Delta começou a crescer em termos de Prevalência.

O gráfico é revelador: a Variante Delta, ainda que muito prevalente, não revela qualquer influência nas hospitalizações, que se mantêm a níveis mínimos.

Como se testa positivo à Variante Delta?

Se o teste PCR para o SARS-CoV-2 já era lixo estatístico e tinha três genes como alvo (S, N e ORF1ab), para testar positivo à Variante Delta, basta que resulte positivo somente ao gene S. Ou seja, um teste com Especificidade risível, e daí o aumento nos “casos” (que não tem correspondência ao nível de hospitalizações). Não admira a conclusão de que é mais transmissível. [3]

Truque ao alcance dos prestidigitadores mais amadores.

Conclusão:

A despeito do esforço da Comunicação Social em caracterizar a Variante Delta como assustadora, esta não conseguiu estar à altura da sua reputação, pelo que, gerou-se a necessidade de avançar para a Variante Delta Plus (ainda mais transmissível).

Mas como acabamos de verificar, Delta, Delta Plus, Gold, Premium ou o que quer que lhe queiram chamar de seguida, não passa de uma série com um guião fastidioso, que se arrasta em temporadas que há muito deveriam ter terminado.

A não ser que seja introduzida qualquer variável externa, o pico das hospitalizações / mortes só ocorrerá no seu tempo próprio (Outono / Inverno), respeitando a sua sazonalidade.

Estas fábulas em forma de variantes servem para manter a população presa no medo e motivada para a vacinação, convictos tratar-se da solução para o problema percepcionado.

A população encontra-se numa espécie de colete de forças. Uma teia de aranha forjada pelo medo que tende a manietá-los cada vez mais.

Haveria uma solução fácil para que nos libertássemos dessa teia: bastava romper com esta narrativa falsa e alarmista.

Mas a maioria da população não parece estar em condições de fazê-lo e como tal, não vejo outra solução que não a derrocada da sociedade para níveis de vida deploráveis.

Fontes:

[1] «SARS-CoV-2 variants of concern and variants under investigation in England», Public Health England. 18 de Junho de 2021

[2] «Patients admitted to hospital», Gov.uk

[3] «SARS-CoV-2 variants of concern and variants under investigation in England», Public Health England. 25 de Junho de 2021

COVID-19: Analise da mortalidade geral em Portugal no primeiro semestre de 2021

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Distribuição de Mortalidade - Primeiro Semestre de 2021
Distribuição de Mortalidade - Primeiro Semestre de 2021

A expectável maior resistência à vacinação por parte dos mais jovens, está a motivar uma grande campanha propagandística, no sentido de os coagir a vacinar.

Entre os argumentos utilizados está a premissa de que os jovens estão actualmente a ser os mais afectados pela COVID-19.

Mas será verdade?

Sistema de Informação dos Certificados de Óbito
Sistema de Informação dos Certificados de Óbito

O gráfico na publicação, baseia-se em dados recolhidos no site da SICO (Sistema de Informação dos Certificados de Óbito). [1]

Apresenta uma média mensal dos óbitos (mortalidade geral – por qualquer causa) em Portugal, estratificados por faixa etária.

Os valores são os seguintes:

Janeiro:

<1 ano – 0,5
1 – 4 anos – 0,3
5 – 14 anos – 0,2
15 – 24 anos – 1,1
25 – 34 anos – 2,1
35 – 44 anos – 5,5
45 – 54 anos – 18,5
55 – 64 anos – 41,5
65 – 74 anos – 85,2
75 – 84 anos – 184,5
>=84 anos – 294,6

Fevereiro:

<1 ano – 0,5
1 – 4 anos – 0,04
5 – 14 anos – 0,2
15 – 24 anos – 0,6
25 – 34 anos – 1,6
35 – 44 anos – 4,0
45 – 54 anos – 13,3
55 – 64 anos – 32,7
65 – 74 anos – 66,5
75 – 84 anos – 134,3
>=84 anos – 202,7

Março:

<1 ano – 0,5
1 – 4 anos – 0,03
5 – 14 anos – 0,3
15 – 24 anos – 0,8
25 – 34 anos – 1,3
35 – 44 anos – 3,5
45 – 54 anos – 11,7
55 – 64 anos – 25,3
65 – 74 anos – 48,5
75 – 84 anos – 90,3
>=84 anos – 128,4

Abril:

<1 ano – 0,4
1 – 4 anos – 0,1
5 – 14 anos – 0,3
15 – 24 anos – 0,4
25 – 34 anos – 1,0
35 – 44 anos – 3,4
45 – 54 anos – 11,0
55 – 64 anos – 24,5
65 – 74 anos – 44,5
75 – 84 anos – 80,1
>=84 anos – 115,1

Maio:

<1 ano – 0,4
1 – 4 anos – 0,3
5 – 14 anos – 0,2
15 – 24 anos – 0,8
25 – 34 anos – 1,6
35 – 44 anos – 4,0
45 – 54 anos – 11,8
55 – 64 anos – 24,0
65 – 74 anos – 42,9
75 – 84 anos – 77,7
>=84 anos – 114,2

Junho:

<1 ano – 0,5
1 – 4 anos – 0,1
5 – 14 anos – 0,2
15 – 24 anos – 1,0
25 – 34 anos – 1,4
35 – 44 anos – 3,6
45 – 54 anos – 11,6
55 – 64 anos – 24,4
65 – 74 anos – 40,8
75 – 84 anos – 74,9
>=84 anos – 112,4

Nota:

a) As médias estão arredondas a uma casa decimal;

b) Alguns valores tiveram de ser arredondados a duas casas decimais por ser muito reduzidos;

c) Obviamente que não pode morrer 0,5 (meia pessoa) por dia. A forma de interpreta-lo é que morre uma pessoa a cada dois dias;

d) O mês de Junho só foi contabilizado até ao dia 29.

Interpretação dos dados:

Como se pode constatar pelos valores apresentados, auxiliados visualmente pelo gráfico na imagem principal da publicação, a mortalidade abaixo dos 44 anos tem-se mantido estável (a níveis muito reduzidos) ao longo dos primeiros meses de 2021, pelo que, poderá concluir-se que o pico de infecção respiratória (e excesso de mortalidade) registado nos primeiros dois meses do ano, não teve qualquer repercussão nestas faixas etárias.

Esse pico de mortalidade afectou quase exclusivamente os mais velhos. Pelo gráfico pode verificar-se de forma mais intuitiva, que a partir da faixa etária dos 55-64 anos, quanto mais idosa a faixa etária, maior é a discrepância entre a mortalidade dos dois primeiros meses do ano face à média dos meses seguintes.

Tal não se verifica nas faixas etárias mais novas, onde a mortalidade se manteve constante.

O contributo das faixas etárias abaixo dos 45 anos para a mortalidade geral é quase nula.

A conclusão é óbvia: o pico de mortalidade COVID-19 afectou quase exclusivamente os mais idosos, sobretudo, os muito idosos.

Após esses dois primeiros meses, a mortalidade COVID-19 tem figurado a níveis próximos do zero.

No mês de Junho (até ao dia 29), registou-se uma média de 271 óbitos diários, dos quais, apenas 2 óbitos se deveram à COVID-19. [2]

Atenção que mesmo estes números de mortalidade COVID-19 deverão estar enviesados devido ao inadequado método de diagnóstico e classificação de óbito por COVID-19, que maximizam os valores apresentados.

São números que provam que actualmente não há qualquer problema de Saúde Pública em Portugal. Ou seja, não só os jovens não estão a ser afectados, como a população no geral, em qualquer faixa etária, está praticamente livre da COVID-19.

Daí se retira que as medidas aplicadas, que estrangulam inexoravelmente o tecido económico português (sobretudo ao nível do turismo), estão completamente desfasadas da realidade, e actuam de forma unicamente destrutiva.

Fontes:

[1] «Mortalidade em tempo real», SICO – eVM.

[2] Mortalidade: dados diários apresentados pela Direcção Geral da Saúde:

Direcção Geral da Saúde

COVID-19: Ficar sem olfato – sintoma exclusivo da Covid-19 ou foi sempre comum?

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Anosmia- perda de olfato
Anosmia- perda de olfato

Alguns sintomas que sempre foram comuns em infecções respiratórias tornaram-se, subitamente, sinónimo de novidade e associação à COVID-19, perante o desconhecimento ou falta de memória de um público que aceitou de chofre estas asserções.

O distúrbio olfactivo (que nos casos mais graves, conduz à perda do olfacto – Anosmia) sempre foi associado às consequências de uma constipação comum, tornando-se um distúrbio relativamente grave e prolongado, sem rinosinusite. [1]

A gripe e as constipações sempre foram tidas como as causas mais comuns dos distúrbios olfactivos, constituindo uma prevalência de 11% a 40% neste tipo de lesões. [2]

Em 2006, um estudo levado a cabo em San Diego, Califórnia, com mil pacientes consecutivos com perturbações olfactivas, concluiu que estas diferem conforme o sexo e a faixa etária e que podem ter causas diversas. [3] Às mesmas conclusões chegou um estudo realizado num hospital chinês em 2016. [4]

Um estudo longitudinal, que decorreu ao longo de um período de 6 anos (19992004), concluiu existir um padrão sazonal nas disfunções olfactivas, que costuma ter o seu pico entre Março e Maio e que os possíveis factores causativos serão os vírus Influeza e Parainfluenza (tipo 3). [5]

Parainfluenza
Parainfluenza

Em 2007, os autores de um estudo, verificaram a presença de vários vírus na descarga nasal (coloquialmente: ranho), de pacientes com disfunção olfactiva pós-infecção viral, tais como rinovírus, vírus da Parainfluenza, vírus EpsteinBarr e Coronavírus. [6]

A recuperação destas disfunções nasais é muito demorada e amiúde, não chega a ocorrer. Após vinte e quarto semanas, ainda não se observavam recuperações significativas na maior parte dos pacientes. [6]

A maioria destes e de outros estudos concluem que as mulheres têm uma maior incidência de problemas olfactivos.

Um estudo que analisou pessoas com testes COVID-19 positivos, concluiu que a maior parte dos indivíduos com problemas olfactivos era do género feminino. [7]

Comparação entre a Covid-19 e outras causas

Alguns estudos calcularam o Odds Ratio de perturbações olfactivas em indivíduos com teste positivo à COVID-19, comparadas com outros vírus e causas toxicológicas, concluindo que este tipo de disfunção ocorre mais na COVID-19. [8] No entanto, estes estudos poderão estar amplamente enviesados:

  1. Viés de confirmação: o foco na COVID-19, altera a neutralidade necessária. quando a gripe ainda era comum, os distúrbios olfactivos não eram confirmados de forma tão prevalente por serem desconsiderados.
  2. Testes PCR: distúrbio olfactivo pode ter causa diversa e estar associado à COVID-19 devido a um falso positivo obtido no teste;
  3. Viés de selecção: foco nos testes positivos COVID-19. Desconsiderou-se outras populações;
  4. Amostras muito reduzidas.

Conclusão

Existe literatura científica considerável no âmbito do estudo da Anosmia e outros distúrbios olfactivos pré-2020. Limitamo-nos a apresentar parcos exemplos. Sempre se trataram de distúrbios com um prevalência algo comum. Deparamo-nos pessoalmente com vários indivíduos que sofrem de Anosmia crónica, contraída há vários anos.

Alguns estudos epidemiológicos comparam os distúrbios olfactivos em pessoas com teste positivo à COVID-19 com os que apresentaram teste negativo, mas padecem de bastantes limitações, causadas quase todas elas pela manipulação da percepção gerada pela situação actual.

A Anosmia e outras disfunções olfactivas foram apresentadas como uma novidade associada à COVID-19, adicionando pontos ao alarmismo produzido.

No entanto, como se pode constatar, não constituem qualquer novidade.

Glossário

Odds Ratio: Razão de Chances ou Razão de Possibilidades é definida como a razão entre a chance de um evento ocorrer num grupo por comparação com outro grupo. Por exemplo, um Odds Ratio de 2 de uma doença com exposição a X em relação à exposição a Y, significa que a doença tem 2 vezes mais probabilidades de ocorrer com exposição a X do que com exposição a Y.

Viés de confirmação: tendência de recordar, interpretar ou pesquisar informações de forma a confirmar crenças ou hipóteses iniciais.

Viés de selecção: quando há diferenças sistemáticas entre os grupos de comparação num estudo.

Fontes:

[1] «An epidemiological study of postviral olfactory disorder», National Library of Medicine. 1998

[2] «Olfactory disorders following upper respiratory tract infections», National Library of Medicine. 2006

[3] «Clinical evaluation and symptoms of chemosensory impairment: one thousand consecutive cases from the Nasal Dysfunction Clinic in San Diego», National Library of Medicine. Janeiro/Fevereiro de 2006

[4] «Gender difference in Chinese adults with post-viral olfactory disorder:a hospital-based study», National Library of Medicine. 27 de Abril de 2016

[5] «Post-infectious olfactory dysfunction exhibits a seasonal pattern», National Library of Medicine. Junho de 2006

[6] «Identification of viruses in patients with postviral olfactory dysfunction», National Library of Medicine. Fevereiro de 2007

[7] «Olfactory and gustatory dysfunctions as a clinical presentation of mild-to-moderate forms of the coronavirus disease (COVID-19): a multicenter European study», National Library of Medicine. Agosto de 2020

[8] «Olfactory and gustatory dysfunctions in COVID-19 patients: A systematic review and meta-analysis», National Library of Medicine. Setembro de 2020

COVID-19: A timidez da DGS no rescaldo da sentença do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa

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Sentença
Sentença

Houve vários tipos de reacções em relação à sentença acerca das questões que foram colocadas à Direcção Geral de Saúde e ao Ministério da Saúde. [1]

Desde os “negacionistas” que asseguram que o documento é falso, até àqueles que julgavam tratar-se do golpe final que permitiria a capitulação da loucura generalizada em que vivemos.

No entanto, algumas observações são dignas de reflexão, como a afirmação de que as mortes apresentadas (152) estão somente sob a tutela do Ministério da Justiça, e como tal, não se arrogam a constituir o número total.

Ainda que seja esse o caso, o que esta sentença prova é que a DGS não está a cumprir o seu papel, ao não fundamentar devidamente as suas decisões / recomendações e prestar informação conforme é o seu dever. Não o faz livremente. Nem a pedido. E intimada pelo tribunal, continua a não fazê-lo.

Direcção-Geral da Saúde
Direcção-Geral da Saúde

A DGS e o Ministério da Saúde possuem, certamente, a documentação relativa à mortalidade. Porque não a divulgam? Será este o número de mortes que conseguem confirmar?

Como consequência é com este número que podemos contar.

Se por incompetência, falta de conhecimento ou má fé, não se sabe.

Há quem queira assumir o papel que cabe à DGS, ou seja, de justificar os seus actos.

Há quem receie que percam (os que duvidam da narrativa e das medidas impostas) credibilidade ao apresentar esta sentença, com o corolário lógico que dela ressalta.

No entanto, não será a própria DGS, ao não fornecer qualquer evidência, a perder a sua credibilidade?

Não será a DGS, a quem as legítimas dúvidas daí decorrentes, são imputadas?

E quanto às remanescentes questões, acerca das máscaras, das vacinas, dos testes, do isolamento do vírus, em suma, tudo aquilo que está na base desta narrativa?

Sendo tudo tão óbvio que não permite o direito ao contraditório, porque não apresentar as evidências?

Ademais, deste processo destacam-se (ou melhor, permanecem) dúvidas essenciais acerca da contabilização das mortes por COVID-19.

International Classification of Diseases
International Classification of Diseases

Refere-se no documento da sentença, que das 152 mortes, 20 receberam o código U07.2 do International Classification of Diseases (ICD), ou seja, foram classificados “a olho”. Sobram 132, dos quais 3 foram submitos a autópsia ( mais um dos 20 que receberam o código U07.2 ).

Sobram 129 mortes, das quais se fica sem perceber qual foi o critério para a declaração da causa do óbito.

São muitas as dúvidas, mas a DGS não esclarece nenhuma.

Será por timidez?

Até prova em contrário:

  1. As medidas aplicadas não têm base científica;
  2. A mortalidade “confirmada” (152) continua sem explicitar os critérios de confirmação.

Fonte:

«Intimados pelo tribunal, Ministério da Saúde e DGS admitem que não têm provas da existência da pandemia, da efectividade das medidas, da segurança das vacinas e admitem também que só morreram 152 pessoas de Covid-19 desde o inicio», facebook – Miguel Menezes. 20 de Junho de 2021

COVID-19: Festejos do Sporting e o regime da mentira e do alarmismo

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Gráficos de novos casos de Covid-19
Gráficos de novos casos de Covid-19

Relativamente aos festejos do título leonino (11 de Maio de 2021), passaram-se cinco dias (20 no total), para além dos fatídicos 15 que são habitualmente perfilados pelos agentes do alarmismo, como o limiar a partir do qual se tornam visíveis os nefastos resultados em termos de saúde pública decorrentes de toda e qualquer prevaricação do povo, neste caso, em forma de ajuntamentos em massa.

Como se pode ver pelo Gráfico 1 na imagem principal da publicação, daí não decorreu qualquer tragédia. Nem sequer qualquer alteração da situação.

É desonesto fazer-se referência ao Rt, tendo em conta o tipo de parâmetro que é, e é desonesto falar-se num aumento de casos, sobretudo quando estes não revelam qualquer alteração estatisticamente significativa.

O governo prometeu um aumento da testagem massiva para “combater o aumento de casos”. Em circunstâncias onde a prevalência de uma doença é mínima ou nula, a testagem massiva provoca aquilo que se pretende combater: um aumento de casos. [7]

Efectivamente, a partir do dia 14 de Maio de 2021 aumentou-se gradualmente a testagem de 3,62 para 3,84 pessoas por mil habitantes, o que estatisticamente poderá estar ligado a um ligeiro aumento dos casos. [6]

Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica

Os dados relativos aos “casos” chegam-nos através do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), gerido pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, onde os laboratórios inserem directamente a informação dos milhares de testes PCR e de Antigénico que se realizam diariamente.

A informação acerca da quantidade de testes realizados, a distinção sobre testes PCR ou Antigénico (que possuem Especificidades diferentes e como tal têm Taxas de Falsos Positivos diferentes) e os seus resultados são fornecidos pelos próprios laboratórios, cuja actividade entra em conflito directo com a veracidade da informação prestada, sem que haja qualquer entidade independente que valide a informação, o que constitui um procedimento bastante opaco.

Mas ainda que estes dados possam ser manipulados, continua sem se conseguir justificar a psicose colectiva baseada no medo através de mortalidade e internamentos. O que se faz é recorrer a outros expedientes, como o número de casos e o tão badalado Rt, que nas circunstâncias actuais, não servem como critério.

Para que estes expedientes surtam efeito, é necessário que se escamoteie várias evidências básicas, como a sazonalidade das infecções respiratórias. E nesse sentido, observando a trajectória do que tem sido esta putativa pandemia, não pode deixar de se concluir que o padrão sazonal de infecções respiratóras tem sido mantido.

A Comunicação Social convida pretensos especialistas, como um matemático (Óscar Felgueiras) [1], para prestarem um serviço de Adivinhação, assente numa retórica puramente especulativa e que acoberta factos evidentes.

Infelizmente, é o suficiente para defraudar boa parte da população.

Conclusão:

Atlanta Braves vs. Phildelphia Phillies
Atlanta Braves vs. Phildelphia Phillies

Observando a realidade, pode concluir-se que nem os festejos do Sporting Clube de Portugal (que aconteceram por todo o país), nem os do Sporting de Braga [3], nem os do Futebol Clube Vizela [4], nem as 73.126 pessoas que no Texas assistiram a um combate de boxe no Estádio AT&T (Gráfico 2 da imagem principal da publicação) [2], nem o estádio cheio no jogo Atlanta Braves vs. Phildelphia Phillies (Gráfico 3 da imagem principal da publicação) [5] ou as dezenas de manifestações ou outros eventos sociais que se têm sucedido por todo o lado (poderiamos citar dezenas de exemplos), têm tido qualquer impacto ao nível da saúde pública.

O claro enviesamento dos factos e manipulação da percepção da realidade por parte da Comunicação Social, não surtiria qualquer efeito, caso a memória não fosse curta e houvesse uma pequena abertura para o pensamento crítico e a consideração lógica de alguns factores.

Evitar-se-ia o ruído intragável de frases como “Daqui por 15 dias é que vais ver!”

Glossário:

R(t): É o Índice de Transmissibilidade. É calculado através da incidência. O valor é 1, se a incidência for igual à anterior, maior que 1, se a incidência for superior à anterior, e menor que 1, se a incidência for menor que anterior. Idealmente, este índice serve para se perceber se a incidência está a crescer, ou seja, se o nível de infecções está a subir, o que permite perceber se uma dada doença infecciosa se está a propagar.

Exemplo: com um R(t) = 1, cada pessoa infecta, em média, uma pessoa. Com um R(t) = 4, cada pessoa infecta, em média, 4 pessoas.

No entanto, no caso da COVID-19, tendo em conta o flagelo dos Falsos Positivos, o R(t) poderá ser manipulado pelo aumento ou diminuição do número de testes efectuados.

Fontes:

[1] «Festejos do Sporting explicam aumento de casos em Lisboa, dizem especialistas», Publico. 21 de Maio de 2021

[2] «AT&T Stadium sets pandemic record with boxing crowd of 73,126», NBC Sports. 8 de Maio de 2021

[3] «Euforia reinou na cidade de Braga nos festejos da conquista da Taça», Desporto Ao Minuto. 24 de Maio de 2021

[4] «Subida de Vizela à I Liga festeja-se pelas ruas», Sic Noticias. 23 de Maio de 2021

[5] «Phillies vs. Braves Game Highlights (5/8/21) | MLB Highlights», Youtube. 9 de Maio de 2021

[6] «Coronavirus (COVID-19) Testing», Our World in Data

[7] «Covid-19. Governo promete “testagem maciça” para combater aumento de casos na região de Lisboa», Publico. 23 de Maio de 2021

COVID-19: O que a vacinação poderá trazer no próximo Outono / Inverno

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Casos totais Covid-19 nas Ilhas Seychelles
Casos totais Covid-19 nas Ilhas Seychelles

As Ilhas Seychelles já vacinaram a maioria da sua população e no entanto, registraram em Maio um grande e contínuo aumento nos casos (Gráfico da publicação), tendo encerrado as escolas e actividades desportivas durante semanas. [1]

As Ilhas Seychelles estão situadas no Hemisfério Sul, e em Maio estavam a entrar na época sazonal das infecções respiratórias, ao contrário do Hemisfério Norte, onde nos encontramos situados, que estávamos a sair dessa mesmo época sazonal, no mesmo período.

Isto poderá ser um indicador do que nos espera no próximo OutonoInverno, quando ressurgir a época de infecções respiratórias, mesmo com a maioria da população vacinada: tudo igual (ou pior).

Outro indicador chega-nos de um estudo que está em processo de revisão por pares, que concluiu que os vacinados têm uma probabilidade 8 vezes maior de testar positivo a certas variantes do que um não vacinado (odds ratio de 8:1). [2] Ou seja, neste caso é pior vacinar-se do que não se vacinar.

A população está a ser alimentada da esperança de que tudo irá acabar se se recorrer massivamente à vacinação. Mas tudo indica que não.

Organização Mundial de Saúde
Organização Mundial de Saúde

No entanto, há um sinal que poderá indicar um cenário alternativo: a Centers for Disease Control and Prevention (CDC) norte-americana definiu como critérios para diagnóstico da COVID-19, um PCR abaixo dos 26 ciclos de amplificação, [3] enquanto até ao momento, definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), efectuava-se amplificação até aos 50 ciclos. [4] Isso faz toda a diferença em termos do número de casos, pelo que, através da sua diminuição, poderá subsistir a ideia de que a vacinação foi eficaz.

Confirmando-se essa hipótese, o esperado aumento gradual na mortalidade geral ao longo dos próximos anos, devido a aspectos demográficos, será atribuído novamente às doenças com que sempre se faleceu.

Estes são os dois cenários possíveis para o próximo OutonoInverno, embora pareça improvável que as entidades administrativas e governamentais abdiquem tão prontamente do controlo político e social conquistado e exercido através do último ano e meio.

Se se confirmar a primeira hipótese – a continuidade da actual situação pandémica (ou melhor, da percepção da mesma) -, haverá uma grande transformação da população a nível psicológico: a entrada num estado de desamparo adquirido: “Fiz tudo! A minha vida foi arruinada, o meu negócio faliu, deixei de ver os meus familiares, perdi a minha identidade, abdiquei de todos os meus direitos e garantias, vacinei-me e mesmo assim isto não acaba?” [7]

É o estágio final do seu processo de “desmoralização” e será curioso observar o seu efeito.

A isso acresce um colapso económico iminente. Mais de 700 mil famílias deixaram de pagar créditos. [8] Quando as moratórias vencerem definitivamente em Setembro, serão os Quantiative Easing europeus a salvar a derrocada?

Enquanto se mantiver a psicose coletiva, a qualidade de vida das pessoas irá degradar-se continuamente em diversos níveis (económico, anímico, saúde, etc.) na proporção de que são os que mais acreditam nas mentiras, aqueles que mais se (auto)destroem. O seu despertar será violento, caso algum despertar ocorra. Mas quem os avisa é rotulado para cima de negacionista.

Imperador Hirohito
Imperador Hirohito

Quando o imperador japonês Hirohito se dirigiu ao seu povo, na primeira vez que estes ouviram a sua voz, naquela que ficou conhecida como a “Jewel Voice Broadcast“, para declarar a rendição do Japão na Segunda Guerra Mundial, o povo japonês que tinha recebido tamanha propaganda de vitória ao longo dos anos na sua induzida convicção de estar próximo do êxito, foi violentamente despertado para a dura realidade. Tão súbito despertar provocou tal comoção, que a apatia regeu o seu estado anímico durante semanas. [9]

O próximo OutonoInverno trará com certeza, desenvolvimentos interessantes.

Nota:

Não nos debruçamos nesta publicação sobre os possíveis efeitos nefastos da vacinação na saúde, conforme estipulado por diversos especialistas, a ocorrer precisamente nesse período. [5][6]

Fontes:

[1] «World’s Most-Vaccinated Nation Activates Curbs as Cases Rise», Bloomberg. 4 de Maio de 2021

[2] «Evidence for increased breakthrough rates of SARS-CoV-2 variants of concern in BNT162b2 mRNA vaccinated individuals», medRXriv. 9 de Abril de 2021

[3] «Interim Laboratory Biosafety Guidelines for Handling and Processing Specimens Associated with Coronavirus Disease 2019 (COVID-19)», Centers of Disease Control and Pervention

[4] «Real-time RT-PCR assays for the detection of SARS-CoV-2 – Institut Pasteur, Paris», World Health Organization

[5] «PROF DOLORES CAHILL; WHY PEOPLE WILL START DYING A FEW MONTHS AFTER THE FIRST MRNA VACCINATION», Bitchute. 26 de Janeiro de 2021

[6] «Uma Catástrofe COVID se AVIZINHA», Rumble. 16 de Março de 2021

[7] «Failure to escape traumatic shock.», APA PsycNet

[8] «Mais de 700 mil famílias deixaram de pagar créditos bancários», Jornal de Noticias. 4 de Maio de 2021

[9] «Jewel Voice Broadcast», Wikipedia

COVID-19: Veneno tóxico nas zaragatoas do teste da Covid-19?

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Óxido de Etileno
Óxido de Etileno

As Zaragatoas utilizadas para recolher amostras orgânicas utilizadas no teste do SARSCoV2 são esterilizadas com Óxido de Etileno, [8] um químico extremamente tóxico e cancerígeno. [9][10][11]

São detalhados os resultados de vários estudos que ligam o Óxido de Etileno ao cancro no ser humano, incluindo cancro da mama, leucemia, mieloma múltiplo, linfoma não Hodgkin e cancros linfohematopoiéticos. [13]

Centers for Disease Control and Prevention
Centers for Disease Control and Prevention

Além disso, também há perigos não cangerígenos. A revisão sistemática do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) inclui presumíveis efeitos respiratórios, neurotoxicidade, genotoxicidade, toxicidade reprodutiva e toxicidade para o desenvolvimento e suspeita de efeitos hematológicos e endócrinos na saúde. [13]

O Óxido de Etileno é utilizado para esterilizar muitos materiais médicos. A Food and Drug Administration (FDA) norte-americana refere que o processo de esterilização garante que o gás é removido do produto, [12] ficando apenas resíduos que se encontram abaixo do nível de segurança. [14][15][16][17][18]

O ideal é que os utensílios esterilizados sejam arejados durante horas. No entanto, com a situação actual, talvez nem sempre aconteça. Inclusive, há preocupação com os trabalhadores dos armazéns onde é feita a esterilização e que poderão ter contacto com resíduos deste gás altamente tóxico. [19]

O perigo do Óxido de Etileno está sempre presente. No final de 2020 surgiram relatos da presença do tóxico em comida. [21]

A falácia de Paracelso

A Dose é que faz o Veneno” – Paracelso (Princípio da Toxicologia) [2]

Parecelso afirmava não existir substâncias inerentemente tóxicas. Tudo dependia da dose. No entanto, será que algo pode alterar a sua composição em relação à quantidade pela qual é administrado?

No seu livro «Natural Hygiene: The Pristine Way of Life», Herbert M. Shelton refere que “os venenos são qualitativamente e não quantitativamente tóxicos.” [1]

As únicas variações que ocorrem devido à “dose” de um veneno, têm a ver com a extensão dos efeitos que produzem e o grau de dano que provocam. Mas um veneno é um veneno.

Esta situação ficou conhecida como a “Falácia de Paracelso“. [20]

Parecelso
Parecelso

A Lógica de Paracelso gerou a crença de que tóxicos poderiam gerar saúde. Permitiu que fossem administradas toxinas em fármacos, como o Formaldeído, o Mercúrio e o Alumínio, em doses muito baixas, o que produziu amiúde efeitos nocivos, como aconteceu no caso do Timerosal (derivado do Mercúrio) nas vacinas. [3][4][5][6][7]

Conclusão

O Óxido de Etileno é um químico altamente tóxico e potencialmente gerador de múltiplas patologias. Se todos os parâmetros de segurança forem cumpridos de forma estrita, talvez uma testagem possa não trazer problemas de maior.

No entanto, o que acontecerá, em termos de efeito cumulativo, se uma pessoa for sujeita a múltiplas testagens?

Será possível que se possa gerar um eventual problema de saúde pública?

Se sim, dificilmente será detectado epidemiologicamente, pois será sempre difícil estabelecer a ligação causal entre múltiplas e heterogéneas patologias carcinogénicas com este elemento causal comum.

Uma vez que esta substância é potencialmente carcinogénica, mutagénica, teratogénica, bem como neurotóxica, tendo ainda presente que a própria natureza invasiva do teste estabelece um contacto íntimo da zaragatoa com a mucosa nasofaríngea, é de questionar se de forma independente, foram desenvolvidos estudos que permitam verificar a presença de resíduos de óxido de etileno, em amostra aleatória de zaragatoas, garantindo assim segurança na sua utilização, num contexto recorrente e continuado.

Fontes:

[1] «Natural Hygiene: The Pristine Way of Life», goodreads

[2] «“The Dose Makes the Poison”», ChemicalSafetyFacts

[3] «O Timerosal destroi as mitocôndrias das células cerebrais», Paradigmas. 3 de Dezembro de 2020

[4] «Outro estudo que ecoa os perigos do Etilmercúrio encontrados nas Vacinas», Paradigmas. 6 de Junho de 2020

[5] «São falsas as alegações de que o Etilmercúrio não é tão perigoso quanto o Metilmercúrio», Paradigmas. 6 de Junho de 2020

[6] «O Mercúrio das Vacinas aumenta em 40 vezes a Puberdade Prematura», Paradigmas. 3 de Dezembro de 2020

[7] «Relatório Oficial encontrou evidências suficientes de que o Mercúrio nas Vacinas é perigo para a Saúde Pública», Paradigmas. 3 de Dezembro de 2020

[8] «Your step-by-step guide for COVID-19 self-testing», NHS

[9] «Ethylene Oxide», National Cancer Institute

[10] «Ethylene Oxide – General Information», Public Health England

[11] «Frequent Questions: Health Information About Ethylene Oxide», Environmental Protection Agency

[12] «Ethylene Oxide Sterilization for Medical Devices», U.S. Food & Drug Administration. 24 de Setembro de 2020

[13] «CDC: Ethylene oxide may have more health effects than cancer», Medical Design & Outsourcing. 1 de Outubro de 2020

[14] «The Medical Devices Regulations 2002», Legislation.gov.uk

[15] «Sterilization of health-care products — Ethylene oxide — Requirements for the development, validation and routine control of a sterilization process for medical devices», ISO. Julho de 2014

[16] «Biological evaluation of medical devices — Part 7: Ethylene oxide sterilization residuals», ISO. Outubro de 2008

[17] «NOTE FOR GUIDANCE ON LIMITATIONS TO THE USE OF ETHYLENE OXIDE IN THE MANUFACTURE OF MEDICINAL PRODUCTS», European Medicines Agency. 29 de Março de 2001

[18] «THE DEPARTMENT OF HEALTH AND SOCIAL CARE NOTICE OF PUBLICATION 0032/21», Medical Devices Regulations. 1 de Janeiro de 2021

[19] «COVID-19, Swabs, Ethylene Oxide, and Warehouses», interscan corporation

[20] «What Really Makes You Ill?: Why Everything You Thought You Knew About Disease Is Wrong», goodreads

[21] «DGAV alerta para óxido de etileno em lotes de sementes de sésamo da Índia», Tecnoalimentar. 27 de Novembro de 2020

COVID-19: Os Vieses epidemiológicos da Covid-19

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Vieses Epidemiológicos da Covid-19
Vieses Epidemiológicos da Covid-19

Por acordo internacional, os óbitos (de todas as doenças) são codificados de acordo com a sua causa subjacente. A causa subjacente da morte é definida como “a doença ou lesão que iniciou a cadeia de eventos mórbidos que conduziram directa ou indirectamente à morte ou as circunstâncias do acidente ou da violência que produziu a lesão fatal.” [1]

A causa subjacente de morte, portanto, “exclui informações relativas ao evento terminal da morte, causas contributivas e causas que intervêm entre as causas subjacentes e imediatas da morte”. [2]

Como salientado por Savage e colaboradores, [3] a contribuição total de uma determinada causa de morte pode não ser reflectida nos dados de mortalidade, tal como geralmente relatados. Isso pode aplicar-se, em maior medida, a algumas doenças do que noutras.

Graça Freitas
Graça Freitas

Ora, como foi referido por Graça Freitas, directora-geral da Direcção Geral da Saúde (DGS) em Portugal, a classificação de morte por COVID-19 diz respeito somente ao “Evento Terminal“, subvertendo o princípio exposto anteriormente. Ou seja, segundo Graça Freitas, a pessoa pode entrar no hospital com um Cancro Terminal e ser classificada morte por COVID-19. [5] Como perceber se o “Evento Terminal” foi a COVID-19? Testando positivo num teste que é também ele bastante enviesado. [6][7]

Países e regiões variam muito na qualidade dos dados fornecidos nas suas certidões de óbito. Estudos de validade das certidões de óbito que comparam os registos das autópsias nos hospitais, geralmente encontram maior validade para certas doenças, tais como os cancros, do que para outras.

International Classifications of Diseases (ICD)

Os óbitos são codificados de acordo com o International Classification of Diseases (ICD), que vai na sua 11ª revisão. [4]

International Classification of Diseases
International Classification of Diseases

Segundo código do ICD para a COVID-19 ( U07.1 ), o certificado de óbito para um paciente falecido será COVID-19, assumindo que foi essa a causa ou que contribuiu para a morte. Ou seja, se testar positivo. [8][9]

Ainda há um segundo código ( U07.2 ) que refere a determinação da morte por COVID-19, ainda que a pessoa não tenha sido testada, bastando para isso, que o clínico assuma que a pessoa estivesse infectada pelo vírus. Ou seja, a decisão aqui ganha contornos completamente subjectivos. [8][9]

Definição de Viés em Epidemiologia

Qualquer desvio na coleta, análise, interpretação, publicação ou revisão de dados que pode levar a conclusões que são sistematicamente diferentes das verdadeiras. (Last, 2001) [13]

Um processo em qualquer momento da inferência que produz resultados que se desviam sistematicamente dos valores. (Fletcher et al, 1988) [14]

Erro sistemático no planeamento ou na condução de um estudo. (Szklo et al, 2000) [15]

Há vários tipos de Vieses, como os de Informação, Seleção, do Observador, etc. (Hennekens & Buring, 1987) [16]

Vieses na mortalidade e incidência

Uma das principais preocupações da Epidemiologia é controlar os possíveis Vieses dos seus estudos, porque estes podem distorcer largamente os resultados obtidos. Alterações observadas na incidência de determinada doença podem ser consequência de alguma revisão nos critérios do seu código no ICD.

Em 1949, as taxas de mortalidade por diabetes tiveram um declínio dramático tanto em homens como em mulheres (Gráfico 1 na fotografia principal da publicação), imediatamente após ter sido lançada a oitava revisão do ICD. Antes de 1949, a política era a de que qualquer certificado de óbito que incluísse qualquer menção a diabetes fosse codificada como “Morte por Diabetes“. Depois de 1949, apenas quando a causa subjacente de morte fosse as Diabetes é que esta seria a causa de morte atribuída. Portanto, a abrupta descida apresentada no Gráfico 1 deveu-se a um artefacto produzido pela alteração dos critérios do ICD. [10]

Diabetes
Diabetes

No início de 1993, foi introduzida uma nova definição da Síndrome da Imunodeficiência (SIDA). Como apresentado no Gráfico 2, na fotografia principal da publicação, esta alteração resultou num rápido aumento do número de casos notificados. [11]

A prática da Epidemiologia 

O pensamento em Epidemiologia tem sempre de ser o escrutínio de qualquer tendência emergente em Saúde Pública: será real ou estará a ser causada por algum viés?

Obviamente que não foi isso que se passou ao nível da COVID-19, onde a pressão para a conformidade com a narrativa oficial impediu qualquer tipo de contraditório.

O ambiente gerado em torno desta situação é hostil ao desenvolvimento da Ciência (sobretudo Epidemiologia) que se deseja ser neutra e imparcial, condição sina qua non para que se minimize os potenciais Vieses. Muito pelo contrário, as condições criadas foram propícias à maximização dos Vieses.

Os desafios do diagnóstico da Pneumonia

Imaginemos um cenário muito comum tanto ao nível daquilo que sempre foram as pneumonias, como naquilo que actualmente se considera ser a COVID-19:

Uma pessoa tem uma doença febril (diagnosticada em testes laboratoriais como Gripe ou COVID-19, dependendo de ter sido pré ou pós 2020), desenvolvendo tosse e falta de ar, o que vem a descobrir-se ser o resultado de uma Pneumonia, seguida por uma Trombose Venosa Profunda (um coágulo de sangue nas veias). Os médicos suspeitam que ocorreu uma Embolia Pulmonar (um coágulo de sangue nos pulmões), mas antes de tal poder ser confirmado por testes, o paciente desmaia e morre inesperadamente. Assumindo que não há postmortem porque a família recusa (ou porque em relação à COVID-19 nunca se faz, curiosamente), o diagnóstico teria de ser extraído de um conjunto complexo de registos, tradicionalmente escritos à mão, embora cada vez mais datilografados e mantidos electronicamente. Que diagnósticos irão para a certidão de óbito (e, em última análise, para a base de dados de investigação) e em que ordem?

Nos tempos actuais, já sabemos a resposta: é COVID-19.

Mas noutros tempos, seria uma questão complexa.

Imagine que é um epidemiologista que recebe 600 mil certificados de óbito de todas as causas de morte e que deseja estudar a incidência de mortalidade por Embolia Pulmonar ( Código I26 no ICD ). A tarefa de extrair uma lista de casos de morte devido a Embolia Pulmonar não é trivial.

Algo que facilita tanto a escolha de diagnósticos como o tratamento de dados é a lista de códigos para as doenças fornecidos pelo ICD. Mas como já verificamos, no caso da COVID-19, não só não facilita, como provavelmente acrescenta Vieses na interpretração.

É difícil distinguir as diferentes formas de Pneumonia a nível clínico, porque há um amplo espectro de apresentação. Alguns pacientes apresentam sintomatologia mínima, e outros uma grande variedade de sinais e sintomas. É provável que a maioria dos pacientes seja tratada na comunidade (como uma doença tipo Gripe) em vez de ser internados no hospital. Há um grande desafio em encomendar os testes laboratoriais necessários. Os testes são também muitas vezes difíceis de interpretar, especialmente porque a cultura do microrganismo só é bem sucedida numa minoria de casos, ou porque não têm uma elevada Especificidade. [12]

Conclusão

Esta publicação faz uma introdução à complexidade da tarefa de atribuição de causalidade de morte. A causalidade é, de resto, um dos temas principais da Epidemiologia.

No entanto, ao olhar leigo, a informação chega cozinhada de forma a parecer simples. Os números de casos e mortes por COVID-19 surgem nos ecrãs como verdades inquestionáveis, números esses que são utilizados como armas de arremesso por parte daqueles que geram e difundem o alarme.

Mas que Vieses estarão por detrás desses números?

Conforme exposto superficialmente nesta publicação, foram criadas condições apropriadas para a geração de Vieses que poderão estar a distorcer largamente a percepção que a população tem acerca da realidade sanitária actual.

Fontes:

[1National Center for Health Statistics (NCHS). Instructions for Classifying the Underlying Cause of Death. Hyattsville, MD: NCHS; 1983.

[2Chamblee RF, Evans MC. TRANSAX: The NCHS System for Producing Multiple Cause-of-Death Statistics, 19681978. Vital and Health Statistics, Series 1, No. 20, DHHS Publication No. (PHS) 86–1322. Washington, DC: Bureau of Vital and Health Statistics; June, 1986.

[3] Savage G, Rohde FC, Grant B, et al. Liver Cirrhosis Mortality in the United States, 197090: Surveillance Report No. 29. Bethesda, MD: Department of Health and Human Services; December 1993.

[4] «ICD-11 International Classification of Diseases 11th Revision The global standard for diagnostic health information», World Health Organization

[5] «Graça Freitas da DGS explica como se classificam as mortes por COVID-19 em Portugal», Youtube. 9 de Novembro de 2020

[6] «Teste PCR: participação na Pandemia da COVID-19», Paradigmas. 18 de Novembro de 2020

[7] «10 Falhas Fundamentais do Teste para a COVID-19», Paradigmas. 4 de Janeiro de 2021

[8] «INTERNATIONAL GUIDELINES FOR CERTIFICATION AND CLASSIFICATION (CODING) OF COVID-19 AS CAUSE OF DEATH», World Health Organization. 20 de Abril de 2020

[9] «New ICD code introduced for COVID-19 deaths», National Vital Statistics System. 24 de Março de 2020

[10] US Public Health Service Publication No. 1000, Series 3, No. 1. Washington, DC: US Government Printing Office; 1964.

[11] «MMWR Summary of Notifiable Diseases, United States,», CDC. 1993

[12] «Concepts of Epidemiology: Integrating the ideas, theories, principles, and methods of epidemiology», Oxford Medicine Online. Setembro de 2016

[13] «A Dictionary of Epidemiology», academia.dk. 2008

[14] «Clinical epidemiology : the essentials», WorldCat. 2005

[15] «Epidemiology : beyond the basics», WorldCat. 2007

[16] «Epidemiology in medicine», WorldCat. 1987

COVID-19: Descobertas novas complicações graves com as vacinas para a Covid-19

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Vacinação mundial
Vacinação mundial

Em Dezembro de 2020, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) foi vítima de um ataque cibernético, tendo cerca de 40 Mb de documentos secretos da agência sido publicados na Dark Web. Vários jornalistas, inclusive académicos do British Medical Journal (BMJ) receberam cópias dos mesmos. [1]

O BMJ reviu os documentos que revelam grandes preocupações dos reguladores acerca das quantidades inesperadamente baixas de mRNA intacto em lotes das vacinas desenvolvidas para a produção comercial. [1]

Os reguladores manifestaram preocupações também com “espécies de mRNA truncadas e modificadas presentes no produto acabado”. [1]

Entre os muitos ficheiros divulgados à BMJ, uma mensagem de correio electrónica datada de 23 de Novembro por um alto funcionário da EMA delineou uma série de problemas. Em suma, o fabrico comercial não estava a produzir vacinas de acordo com as especificações esperadas e os reguladores não tinham a certeza das implicações. A EMA respondeu apresentando duas “grandes objecções” à Pfizer, juntamente com uma série de outras questões que pretendia ver abordadas. [1]

A mensagem de correio electrónica identificou “uma diferença significativa em % de integridade do ARN” entre os lotes clínicos e os lotes comerciais propostos – de cerca de 55% a 78%. A causa principal era desconhecida e o impacto desta perda de integridade do ARN na segurança e eficácia da vacina estava “ainda por definir”, referia a mensagem de correio electrónico. [1]

Os próprios reguladores desconhecem as consequências destas quebras de integridade do ARN das vacinas para a sua segurança e eficácia.

European Medicines Agency
European Medicines Agency

Por algum motivo, as vacinas para a COVID-19, foram aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento a título meramente condicional, ao abrigo do Regulamento CE número 507/2006, da Comissão, de 29 de Março de 2006. [3]

A BMJ perguntou à Pfizer, Moderna, e CureVac, bem como a vários reguladores, que percentagem de integridade do mRNA consideravam aceitável para vacinas contra a COVID-19. Nenhum ofereceu qualquer especificação. [1]

Os ensaios das vacinas ainda não acabaram

Os ensaios clínicos da vacina da Pfizer só acabam em Janeiro de 2023 [4] e os da vacina da Moderna só acabam em Outubro de 2022. [5]

Atenção que se tratam das fases 1,2 e 3 no caso da Pfizer e da fase 3 no caso da Moderna, fases que supostamente deveriam ser concluídas antes da aprovação do fármaco, conforme as normas estabelecidas. [6][7]

Apenas a fase 4 é suposto decorrer já após a comercialização e administração do fármaco ao público geral. Mas no caso das vacinas para a COVID-19, ainda nem se concluíram as fases anteriores.

Um processo que, por motivos de segurança, teria forçosamente de alongar-se durante vários anos, foi colocado em prática numa questão de meses, ainda sem sequer estar concluído.

Efeitos secundários multiplicam-se

Apesar das recentes preocupações com a vacina da AstraZeneca, a vacina da Pfizer tem apresentado um desempenho muito pior em termos de efeitos secundários registados, contabilizando muito mais mortalidade (inclusive com quadros de trombose venosa). [2]

Os efeitos secundários e inclusive as mortes associadas às vacinas têm vindo a multiplicar-se em todo o mundo.

Só nos Estados Unidos da América, mais de 1700 pessoas faleceram após a toma da vacina para a COVID-19. [2]

Especialistas advertem para potenciais perigos a médio/longo prazo

Têm sido vários os especialistas a alertar para os perigos resultantes das vacinas para a COVID-19.

Apesar da multitude de efeitos secundários já registados, é referido que os verdadeiros problemas só aparecerão depois.

Entre esses especialistas, está a bióloga molecular, especialista de renome mundial, [10] Dolores Cahill. [11]

Geert Vanden Bossche
Geert Vanden Bossche

Há pouco tempo, o doutor Geert Vanden Bossche, um dos principais especialistas em vacinação a nível mundial, director de inúmeros projectos de lançamento de vacinas, com um extenso currículo, tendo colaborado com: GSK, Novartis, Solvay, Bill & Melinda Gates Foundation, GAVI, Univac, etc. veio, em entrevista, expressar os seus mais profundos receios em relação aos efeitos da vacina para a COVID-19 a médio prazo. [12]

Segundo Geert, estas vacinas alteram de tal forma o sistema imunitário, que os inoculados ficarão completamente indefesos na próxima época sazonal de gripe, podendo conduzir a resultados catastróficos. [12]

Num vídeo produzido por dezenas de médicos de todo o mundo, estes advertem as populações contra a vacina para a COVID-19. [13]

A tecnologia mRNA

Já em 2017, no âmbito da sua tentativa para desenvolver uma terapêutica para a Síndrome de CriglerNajjar, a Moderna [9] admitiu que é muito desafiante trabalhar com terapia à base de mRNA, porque é muito complicado encontrar o “ponto exacto” quanto à sua quantidade. Demasiado pode ser mortífero. Insuficiente e é destruído pelo corpo. Por isso, nunca considerou ser seguro o suficiente desenvolver uma vacina baseada nesta tecnologia. [8]

Síndrome de Crigler-Najjar
Síndrome de Crigler-Najjar

A utilização de mRNA como tecnologia é bastante complicado. Várias grandes empresas farmacêuticas tentaram e abandonaram a ideia, nunca conseguindo introduzir mRNA nas células sem desencadear efeitos secundários horríveis. [8]

Conclusão

Tendo em conta que:

a) É abertamente admitido que a tecnologia mRNA nunca foi realmente dominada e se trata de um processo bastante difícil;

b) Não se cumpriu o tempo estabelecido para os Ensaios Clínicos (estes ainda nem terminaram);

c) Os reguladores da EMA expressaram graves preocupações em relação à segurança e eficácia das vacinas;

d) Esta nunca chegou a ser aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos;

e) Especialistas de renome mundial advertem contra os perigos da vacina;

f) Os efeitos secundários, inclusive morte, têm vindo a multiplicar-se;

Parece-me seguro concluir que todo o processo indica clara negligência dos envolvidos.

A maioria da população não está informada em relação a todas estas questões e tem vindo a ser coagida a vacinar-se “pelo bem de todos”.

A omissão das suas preocupações por parte da EMA é apenas mais um sintoma do que se está a passar.

Ao contrário daqueles que se encontram completamente sob o feitiço do Covidismo e que chegam a desejar a morte aos manifestantes pela liberdade ou aos que não comungam das suas opiniões, não desejamos quaisquer repercussões negativas aos que se estão a inocular com a vacina.

No entanto, parece-nos urgente informar as populações relativamente às circunstâncias.

Fontes:

[1] «The EMA covid-19 data leak, and what it tells us about mRNA instability», BMJ. 10 de Março de 2021

[2] «VAERS data», National Vaccine Information Center

[3] «REGULAMENTO (CE) Nº 507/2006 DA COMISSÃO», Jornal Oficial da União Europeia. 29 de Março de 2006

[4] «Study to Describe the Safety, Tolerability, Immunogenicity, and Efficacy of RNA Vaccine Candidates Against COVID-19 in Healthy Individuals», ClinicalTrials.gov. 30 de Abril de 2020

[5] «A Study to Evaluate Efficacy, Safety, and Immunogenicity of mRNA-1273 Vaccine in Adults Aged 18 Years and Older to Prevent COVID-19», ClinicalTrials.gov. 14 de Julho de 2020

[6] «Step 3: Clinical Research», U.S. Food & Drug Administration. 1 de Abril de 2018

[7] «4 Phases of Clinical Research Studies», UCB

[8] «Lavishly funded Moderna hits safety problems in bold bid to revolutionize medicine», STAT. 10 de Janeiro de 2017

[9] Fundada em 2012, a Moderna atingiu o estatuto de “Unicórnio“, ao obter uma valorização bolsista de 1 bilião de dólares em apenas 2 anos. Trata-se de uma empresa farmacêutica multimilionária. É este o tipo de crescimento que se pode esperar obter no ramo farmacêutico. Em:

«The Fastest Unicorns: From First Financing to Billion Dollar Valuations», CBINSIGHTS. 19 de Novembro de 2016

[10] «Professor Dolores Cahill – BIO», University of Dublin

[11] «PROF DOLORES CAHILL; WHY PEOPLE WILL START DYING A FEW MONTHS AFTER THE FIRST MRNA VACCINATION», BitChute. 26 de Janeiro de 2021

[12] «Uma Catástrofe COVID se AVIZINHA», Rumble. 16 de Março de 2021

[13] «DOCTORS AROUND THE WORLD STRONGLY WARN AGAINST TAKING THE COVID VACCINE!», BitChute. 4 de Fevereiro de 2021

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