Escadarias misteriosas

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Escadas de Sigiriya
Escadas de Sigiriya

O mundo é apaixonante de percorrer, tão apaixonante que vocações de arqueólogos selvagens são cada vez mais suscitadas pela ausência e carência dos arqueólogos oficiais.

As pistas ou desenhos gigantes da pampa da Nazca, no Peru, são um exemplo-tipo da arqueologia ignorada por aqueles que, precisamente, são pagos para saber.

Estas pistas, estes caminhos, estas estradas marcadas… porquê e para quem eram construídos?

Mas não há só a Nazca a apresentar estas espécie de enigmas: em Inglaterra, na Irlanda, em França, na Checoslováquia, no Ceilão, etc…, outros rastos solicitam explicações, que não se encontram nos manuais clássicos.

Quem é que, antes de 1973, se interessou por estas pequenas «escadas» talhadas na rocha das montanhas e que sobem, entrecruzam-se, escalam vertentes abruptas, rodam sobre os cabeços de grés?

Os degraus ora param diante de um esquema de porta, ora diante de uma espécie de patamar ou de uma cova cavada na rocha; por vezes não vão dar a parte alguma ou terminam numa fenda.

Na Checoslováquia, «arqueólogos» oficiais afirmam que se trata de erosão natural, tese que nem sequer merece a sombra de uma discussão.

É evidente que estes degraus foram escavados por mão de homens. As suas dimensões variam conforme os lugares; no Ceilão, onde são mais numerosos, têm uma superfície, ou piso, que anda à volta de vinte por quinze centímetros e a altura de um degrau, ou contramarcha, é só de dez centímetros.

Por vezes estão gravadas no rochedo duas ou três escadarias, paralelamente ou não, sem nenhuma utilidade aparente. Uma escada pára bruscamente, uma outra continua, a terceira junta-se à primeira.

O plano geral é ou parece incoerente, e pode garantir-se que não corresponde a qualquer necessidade ou comodidade humana de utilização.

De resto, o pé humano encontra em cada piso uma base.

A foto que apresentamos (clique em cima para ampliar) refere-se a Sigirya, no Ceilão. Escadarias para elfos, fadas ou, simplesmente, seres misteriosos, escalam os flancos de um grande rochedo difícil, e para se servir da escada (mas será realmente uma escada?) é necessário subir os degraus a quatro, de tal forma eles estão próximos.

Fonte: «O Livro do Passado Misterioso» de Robert Charroux

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