A História da Sociedade Thule em poucas palavras, segundo Jan Van Helsig

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Sociedade Thule
Sociedade Thule

Última Thule”, tinha sido a capital do primeiro continente colonizado pelos arianos. Este chamava-se Hiperbórea e teria sido mais antigo do que a Lemúria e a Atlântida (continentes submersos, habitados antigamente por grandes civilizações). Na Escandinávia, existe uma lenda a respeito da “Última Thule”, esse país maravilhoso no grande norte onde jamais havia o pôr do sol, e onde viviam os ancestrais da raça ariana.

O continente “hiperbóreo” estaria situado no Mar do Norte e teria afundado por ocasião de uma época glaciar. Supõe-se que os seus habitantes vieram do sistema solar de Aldebaran, que é o astro principal da constelação de Touro; eles mediam perto de quatro metros de altura, tinham a pele branca e eram loiros de olhos azuis.

Não conheciam guerras e eram vegetarianos (Hitler também, aliás). Pelos textos conhecidos a respeito de Thule, os hiperboreanos estavam bem mais adiantados em Tecnologia e ter-se-iam servido dos Vril-ya, engenhos voadores que designamos hoje pelo nome de “OVNIs”. Graças à existência de dois campos magnéticos inversamente rotatórios, esses discos voadores eram capazes de levitar, atingiam velocidades enormes e realizavam manobras de voo complexas, desempenho que observamos também nos OVNIs. Teriam utilizado a força Vril como potencial energético, quer dizer, como combustível (Vril = éter, ou prana, chi, força cósmica, Orgone (…) Mas esse nome é derivado também do vri-ll do acadiano que significa “semelhante à mais alta divindade” ou “igual a Deus”.). Eles subtraíram pois a energia (que não custava nada) do campo magnético terrestre, como o faz o conversor a taquions do comandante Hans Coler ou o motor de “espaço quanta” desenvolvido por Olive Crane.

Sociedade Thule
Ilha de Thule

Quando o continente hiperbóreo começou a afundar, os habitantes começaram a cavar túneis gigantescos na crosta terrestre com grandes máquinas e ter-se-iam estabelecido sob a região dos Himalaias. Esse reino subterrâneo tem o nome de Agartha ou Agarthi, e a sua capital denomina-se Shamballah. Os persas denominaram esse reino subterrâneo “Ariana” ou “Arianne”, o país de origem dos arianos. Notamos aqui que Karl Haushofer afirmou que Thule era, de facto, a Atlântida e dizia, contrariamente a todos os outros investigadores do Tibete e da Índia, que os sobreviventes da ThuleAtlântida dividiram-se em dois grupos, um bom e um mau. Os bons, que, devido ao seu oráculo, tomaram o nome de Agarthi, instalaram-se na região dos Himalaias; os maus, que se denominavam, de acordo com Haushofer, os Shamballah e que queriam reduzir os seres humanos à escravidão, dirigiram-se para o Ocidente. Haushofer afirmava que existia um combate já há milhares de anos entre os de Agarthi e os de Shamballah, combate que teve continuidade com a Sociedade Thule, com o Terceiro Reich a representar os Agarthi, contra os de Shamballah, os franco-maçons e os sionistas. Esta era provavelmente também a missão de Haushofer.

O soberano desse reino seria “Rigden Iyepo”, o rei do mundo, e o seu representante na Terra seria o Dalai-Lama. Hushofer estava persuadido que esse reino subterrâneo sob os Himalaias era o lugar de origem da raça ariana. Ele teria tido a prova disso, dizem, por ocasião das suas numerosas viagens ao Tibete e à Índia.

A insígnia marcante de Thule teria sido a suástica com os braços virados à esquerda. Segundo os dizeres dos lamas tibetanos e do Dalai-Lama em pessoa, as pessoas de Agarthi existem ainda hoje. O reino subterrâneo, que está bem arraigado em quase todos os ensinamentos orientais, teria se expandido ao longo de milénios sob toda a superfície da Terra com centros imensos sob o Sahara, sob o Yucatan no México, sob as montanhas do Mato Grosso e sob as montanhas de Santa Catarina no Brasil, sob o monte Shasta na Califórnia, na Inglaterra, no Egipto e na Checoslováquia

Hitler empenhou-se particularmente em encontrar as entradas do reino subterrâneo de Agartha e de poder entrar em contacto com os descendentes dos “homens-deuses” arianos de AldebaranHiperbórea. Nas lendas e tradições desse reino subterrâneo, relata-se entre outras coisas, que haverá no nosso globo uma maldosa guerra mundial (a terceira) que terminará devido a tremores de terra e outras catástrofes naturais, entre as quais, a inversão dos pólos, que causarão a morte de dois terços da humanidade.

Após esta “última” guerra, as diferentes raças do interior da terra reunir-se-ão de novo com os sobreviventes da superfície do globo e introduzirão a “Idade de Ouro” milenar (Era de Aquário). Hitler quis criar uma “Agartha” ou “Ariana” sobre a Terra, com a raça dos mestres arianos, e esse lugar devia ser a Alemanha. Durante o “Terceiro Reich”, houve duas grandes expedições dos SS aos Himalaias para encontrar as entradas do reino subterrâneo. Aconteceram outras expedições nos Andes, nas montanhas do Mato Grosso e de Santa Catarina no Brasil, na Checoslováquia e na Inglaterra.

Alguns autores afirmam também que as pessoas de Thule acreditavam que independentemente do sistema de túneis e de cidades subterrâneas, a Terra era oca, com duas grandes entradas, uma no Pólo Norte e outra no Pólo Sul. Referiam-se às leis da natureza: “tal o microcosmo, tal o macrocosmo”. Quer se trate de uma célula do sangue, de uma célula do corpo ou de um óvulo, de um cometa ou de um átomo, todos eles têm um núcleo e uma cavidade envolta por uma cobertura, a corona radiata, a própria vida ocorre, pois, no interior. As pessoas de Thule haviam concluído que a Terra devia ser constituída segundo o mesmo princípio. Também os drusos confirmaram este facto, pois são as cavidades rochosas que têm vida própria no seu interior, quer dizer, nos minerais e cristais.

Por consequência, a Terra deverá também ser oca – o que corresponde, aliás, com as afirmações dos lamas tibetanos e do Dalai-Lama – e ela deverá ter um núcleo, quer dizer, um Sol central que confere ao seu interior um clima regular e uma luz solar permanente.

A verdadeira vida do nosso planeta passar-se-ia no interior dele, a raça dos mestres viveria dentro, e os mutantes, na superfície. Esta seria a razão que explicaria porque não podemos descobrir vida sobre os outros planetas do nosso sistema solar, pois os habitantes lá viveriam também no seu interior. As entradas principais seriam no Pólo Norte e no Pólo Sul, pólos atravessados pela luz do Sol central, que cria as “auroras boreais”, as pretensas luzes dos pólos.

A massa sólida ocuparia maior volume no interior do nosso planeta do que a massa das águas. Segundo o explorador dos pólos Olaf Jausen e outros exploradores, a água no interior seria água doce, o que explicaria porque o gelo do Ártico e do Antártico não seja constituído de água salgada e sim de água doce. Essa tese sobre a constituição da nossa Terra está apoiada pelos testemunhos de exploradores dos pólos: Cook, Peary, Amundsen, Nansen, Kane e também pelo almirante E. Byrd. Todos eles tiveram as mesmas experiências estranhas que não concordavam com as teorias “científicas” estabelecidas.

Todos verificaram que o vento se aquecia acima de 76º de latitude, que as aves voavam acima do gelo em direcção ao Norte e que os animais, tais como as raposas, se dirigiam para a mesma direcção, onde encontraram neve colorida e cinzenta que ao derreter-se, soltava um pólen de flores multicolorido ou então cinza vulcânica. A questão é a seguinte: de onde vem o pólen das flores que encontramos no Pólo Norte? De onde vem o pó vulcânico, pois não está assinalado nenhum vulcão nas cartas geográficas oficiais disponíveis? Além do mais, aconteceu que alguns pesquisadores encontraram-se às vezes sobre um mar de água doce, e todos relataram ter percebido dois sóis num dado momento da viagem. E também, eles encontraram mamutes com a carne ainda fresca e  cujo estômago continha por vezes, erva fresca.

Nota do autor:

Terra Oca
Terra Oca

1) A Terra ser oca, não é somente uma teoria para o público dos nossos dias, pois alguns exploradores dos pólos afirmam ter lá estado. O almirante E. Byrd até tirou numerosas fotos. É inegável que todos os exploradores tiveram experiências muito estranhas, que se mantiveram inexplicáveis até aos dias de hoje, o que comprova que deve haver algo bem curioso por detrás disso.

Da mesma forma, não passa de uma teoria afirmar que a Terra possui um núcleo em fusão. Por outro lado, é um facto que existem sistemas de túneis e de cavernas subterrâneas construídos por seres humanos. Encontramo-los em quase todos os países da Terra, testemunhando uma técnica altamente desenvolvida, de uma antiga cultura remontando há milhões de anos. Eles são, para a maioria, iluminados por uma fonte de luz (um clarão esverdeado que se clareia mais à medida que se penetra neles); têm as paredes talhadas e lisas e contêm máquinas desconhecidas, tais como aquelas que foram retiradas do Boynton Canyon, em Sedona, no Arizona.

Para as pessoas da Sociedade Thule, esses mitos sobre “a Terra oca” eram, manifestamente demasiado abundantes para serem tomados a sério. Ocorreu somente uma expedição durante a Segunda Guerra Mundial, ao Antártico.

Para mostrar que a história dos hiperbóreos arianos não é sem fundamento, eis aqui dois exemplos: quando em 1532 os conquistadores espanhóis sob o comando de Pizarro chegaram à América do Sul, os indígenas chamaram-nos de vicarochas (mestres brancos). Nas suas lendas, trata-se de uma raça de mestres gigantes de pele branca que, séculos antes, desciam do céu com “discos voadores”. Estes últimos haviam reinado muito tempo sobre uma parte das suas cidades e haviam em seguida desaparecido, após terem prometido que voltariam. Os indígenas acreditaram estar a presenciar o retorno dos vicarochas nos espanhóis de pele clara, e deram-lhes, portanto, no início, o seu ouro.

Aconteceu a mesma coisa no Tibete e noutras regiões dos Himalaias quando os primeiros viajantes brancos chegaram. Os tibetanos olharam-nos espantados, perguntando-lhes porque vinham de baixo (do sopé da montanha), pois chegavam habitualmente do alto.

Vós, amigos leitores, nunca ouvistes falar algo a esse respeito? Não? É bem lastimável, pois a ideologia dos dirigentes alemães do Reich era, de facto, baseada sobre o tema de El Schaddai, que teve como consequência a perseguição dos judeus, sobre a revelação de Isaías, sobre o saber dos templários e talvez também sobre o que acabamos de relatar. Esses temas estavam subjacentes em todas as acções empreendidas, incluindo o desencadeamento da Segunda Guerra Mundial.

Existem duas formas de conceber isso tudo:

Ou pensais que toda a elite do Terceiro Reich tinha a mente desequilibrada e se drogava, e ignorais tudo a esse respeito, ou vos dais ao trabalho de procurar se essas histórias contêm uma verdade.

Adolf Hitler
Adolf Hitler

Não é, entretanto, na Alemanha que ireis encontrar os livros a esse respeito, pois toda a literatura que pudesse esclarecer algo foi radicalmente eliminada pelos Aliados.

2) Tendo em vista as actividades da extrema direita na RFA, foi certamente oportuno interditar alguns escritos que apelavam abertamente e às vezes também de uma forma muito primitiva a um racismo violento. Mas, se quisermos restituir fielmente os acontecimentos políticos e religiosos do passado e do presente, é preciso não omitir essa informação.

Acabamos com esses mistérios. Como iremos demonstrar-vos, é referindo-se a esses mitos que a elite alemã do Reich passou à acção.

Em Outubro de 1918, Sebottendorf deu a missão aos irmãos da loja Karl Harrer e Anton Drexler para formarem um círculo de trabalhadores. Este tornou-se, mais tarde, o Partido dos Trabalhadores Alemães, o Deutsche Arbeiterpartei, DAP. A revista da Sociedade Thule era o Völkischer Beobachter (O Observador do Povo). Ele foi directamente retomado pela NSDAP que se formou a partir do DAP.

Em Outubro de 1918, o jovem ocultista e esoterista Adolf Hitler (que na realidade se chamava Adolf Schicklgruber: Hitler era o nome de solteira de sua mãe) entra para o DAP, o partido de Thule, e foi notado pelos seus talentos de orador.

Trevor Ravenscroft descreveu no Der Speer des Schicksals (A Lança do Destino) o que também foi dito por um amigo de juventude de Hitler, Walter Johannes Stein, que se tornou mais tarde o conselheiro do franco-maçom Winston Churchill:

Hitler, já um grande adepto do misticismo com a idade de 20 anos, tentava alcançar os níveis de consciência elevados com o auxílio de drogas. Por intermédio do livreiro Pretzsche em Viena, adepto do misticismo germânico e da doutrina da raça dos mestres arianos que dela provinha, Hitler forjou as bases da sua visão futura do mundo e, com o seu auxílio, usou o Peyote (Mescalina), droga alucinógenea para alcançar a iluminação mística. Nessa época, Hitler teve também conhecimento dos «Protocolos dos Sábios de Sião», o que acentuou a sua aversão pelos judeus.”

Não é para se espantar que Hitler, já dependente das drogas quando jovem, tomasse fortes narcóticos durante toda a sua vida. Conforme o diário de bordo do seu médico pessoal, Theodor Morell, Hitler recebeu durante os seis anos que durou a guerra, injecções de diferentes calmantes, de estriquinina, de cocaína, de derivados morfínicos e outras drogas.

Hitler foi engajado pela DAP, o partido da Thule, como orador eleitoral e aprendeu, mais tarde, a ler e a escrever bem graças à Dietrich Eckart, anti-bolchevista e irmão da Sociedade Thule. Eckart fez dele a personalidade que conhecemos mais tarde. Introduziu-o nos círculos de Munique e de Berlim, e Hitler adoptou quase a totalidade das concepções da Sociedade Thule.

Em 1924, quando Hitler se encontrava na prisão em Landsberg em consequência do Putsch que falhou, Haushofer passou várias horas por dia com ele para transmitir-lhe as suas teorias e os seus projectos. Forneceu-lhe entre outros, o livro de Lord Bulwer-Lytton, «The Coming Race» («A Raça Vindoura»). A descrição de Bulwer-Lytton de uma raça ariana altamente desenvolvida que vive debaixo da terra é quase idêntica àquela da qual falamos antes. No seu livro, as naves em forma de pratos têm um papel especial. Teve na sua posse também, a publicação do livro de Ferdinand Ossendowski, «Bestas, Homens e Deuses», que desvendou as lendas de Agartha e de Shamballah.

Hitler estava, de facto, completamente absorvido pela busca do reino subterrâneo e pela doutrina da raça ariana própria dos membros da Sociedade Thule.

Haushofer e Rudolf Hess tiveram o encargo da instrução política de Hitler. Em Landsberg, Hitler escreveu o «Mein Kampf», fazendo um amálgama das teorias de Haushofer, dos pensamentos de Rosenberg e da propaganda política. Rudolf Hess ocupou-se da formulação exacta e dactilografou o seu texto à máquina.

A influência de Karl Haushofer, designado como o “grande mago do Terceiro Reich”, mostra que papel desempenharam o misticismo e o ocultismo no Reich. Davam a Haushofer o “dom da profecia”, tal era a precisão de suas predições, que o beneficiavam de uma ascensão fulgurante nos meios influentes ocultos da época de antes da guerra na Alemanha.

Jack Fisherman escreveu a esse respeito, no livro «The Seven Men of Spandau», que Rudolf Hess, entre outros, estava completamente obscurecido pelas ideias e pelas teorias de Haushofer. A sua estranha viagem para Inglaterra comprova-o. Haushofer tinha, com efeito, tido um sonho no qual “observava Rudolf Hess a atravessar os corredores dos castelos ingleses levando a paz às duas maiores nações nórdicas”. E como Hess estava persuadido da certeza das Profecias de Haushofer, seguiu esse sonho ao pé da letra. Nós iremos compreender a que ponto os dirigentes do Terceiro Reich tomaram conta do “equipamento” mágico da Sociedade Thule.

A saudação da Thule, Heil und Sieg (Salvação e Vitória) foi retomada por Hitler que a transformou em Sieg Heil. Essa saudação, em ligação com o braço levantado, é um ritual mágico utilizado para a formação de voltas. Franz Bardon descreveu com detalhes as voltas mágicas e as suas utillizações.

Franz Bardon, denominado também Frabato, foi, talvez, o mais conhecido mago alemão (19091958). Hitler propôs-lhe postos elevados no governo com a condição de que pusesse à sua disposição os seus talentos de mago para ajudá-lo a ganhar a guerra. Além disso, Bardon devia revelar a Hitler os endereços das noventa e oito outras lojas, das 99 existentes na Terra. Quando Bardon recusou-se a auxiliá-lo, foi submetido às piores torturas. («Frabato», Franz Bardon, p. 173)

Mas os alemães não foram os únicos a utilizar os ritos mágicos para fins políticos. O sinal da vitória dos ingleses, sinal com os dedos afastados, não foi reconhecido até 1940 a não ser pelos maiores iniciados dos altos graus franco-maçónicos.

Quando Winston Churchill, franco-maçom de grau elevado, temia em 1940 que a Inglaterra fosse enfeitiçada pelo sinal mágico de Hitler, que aparentemente tinha sucesso (a saudação de Hitler), o seu mentor em magia, o satanista A. Crowley, aconselhou-o a contrapor esse perigo com o sinal mágico dos dedos afastados (sinal em v).

Sol Negro
Sol Negro

As SS, denominadas também “A Ordem Negra”, não eram de forma alguma um regimento da polícia, mas uma verdadeira ordem religiosa com uma estrutura hierárquica. Quem poderia pois pensar que o brutal partido Nazi era uma ordem sagrada? Tal afirmação pode parecer ridícula, fora de época, mas essa não é a primeira vez na História que uma ordem sagrada é responsável por atrocidades inefáveis. Os jesuítas e também os dominicanos que dirigiam a Inquisição na Idade Média, são exemplos gritantes.

A Ordem Negra era a manifestação concreta das concepções esotéricas e ocultas da Sociedade Thule. No interior das SS encontrava-se outra sociedade secreta, a elite, o círculo, o mais íntimo das SS, a SSSol Negro”. O nosso Sol giraria em volta do Sol negro, quer dizer, de um grande Sol central, o Sol primordial, que é representado pela cruz com os braços isósceles. Essa cruz foi desenhada sobre os aviões e os carros do Terceiro Reich. Os templários, os rosa-cruzes e muitas outras antigas lojas empregavam-na ainda nessa mesma óptica.

A Sociedade Thule e aqueles que iriam tornar-se, mais tarde, os SSSol Negro” trabalharam em estreita colaboração não somente com a colónia tibetana em Berlim, mas também com uma ordem de magia negra tibetana. Hitler estava em contacto permanente com um monge tibetano com luvas verdes que era designado como o “guardião da chave” e que teria sabido onde se encontrava a entrada de Agartha (a Ariana).

Em 25 de Abril de 1945, os russos descobriram os cadáveres de seis tibetanos dispostos em círculo num subterrâneo berlinense, e no centro encontrava-se aquele homem das luvas verdes. Diz-se que foi um suicídio coletcivo. Em 2 de Maio de 1945, após a entrada dos russos em Berlim, encontraram mais de 1.000 homens mortos que eram, sem a menor dúvida, originários das regiões dos Himalaias e que haviam combatido com os alemães. Que diabo faziam pois os tibetanos afastados, milhares de quilómetros da sua terra, com uniformes alemães?

Numerosos jovens foram formados pelo “Sol Negro” durante o Terceiro Reich; eles eram consagrados no castelo de Wewelsburg e enviados ao Tibete para lá continuar a sobreviver e preparar-se para afrontar o grande combate final deste fim de século.

Pelos relatos de Frank Bardon, Adolf Hitler era também membro de uma loja: “FOGC” (ordem franco-maçónica da centúria de ouro), conhecida, de facto, como a 99.ª loja. No que concerne às lojas, existem noventa e nove lojas disseminadas pelo mundo e cada uma é composta de 99 membros. Os membros das 99.ª lojas são dirigentes muito influentes na Economia e nas Finanças e estão mais presentes hoje do que nunca. As lojas FOGC, quer dizer, as 99.ª lojas, são segundo o que se diz, o pior dos perigos; ao lado delas, o satanismo ao qual se refere a “igreja de Satã” de Anton La Vey, de quem se fala na Imprensa, é inofensivo!

Franz Bardon confirmou que Hitler e a ordem Thule foram um instrumento entre as mãos de um grupo de magos negros tibetanos.

Somente aquele que sabe isso está apto para compreender a frase de Hitler na ocasião do seu discurso em 30 de Janeiro de 1945:

“Não é a “Ásia Central” que sairá vitoriosa desta guerra, mas a Europa e, à frente destas nações que, já há 1.500 anos, se revelou como o poder predominantemente capaz de representar a Europa contra o Oriente e que a representará também no futuro: falo do nosso grande Reich alemão, a nação alemã! (Discurso e proclamação de Hitler de 1932 a 1945 – de Max Domarus).”

Adolf Hitler
Adolf Hitler

No que Hitler se tornou, é tema que suscitou muitos mitos. Segundo os dizeres de Franz Bardon e Miguel Serrano (ex-embaixador chileno na Áustria), Hitler fugiu para a América do Sul com o auxílio da 99.ª loja. Até dizem que o cadáver encontrado e cuja dentadura foi identificada como sendo falsa pelo dentista de Hitler teria sido colocada lá pela 99.ª loja. Um jornal alemão de grande tiragem publicou em 5 de Março de 1979 que foi encontrado o avião particular de Hitler na selva da América do Sul. Joseph Griner, autor de «Das Ende des Hitler-Mythos» («O Fim do Mito Hitler»), afirma que Hitler decolou com o seu avião em 30 de Abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof em Berlim.

O que parece, entretanto, como mais provável, no caso que ele tenha sobrevivido, é que se tenha servido dos discos voadores desenvolvidos pela “Sociedade Vril”, para deixar a Alemanha.

Karl Haushofer, depois de ter falhado na sua “missão” assassinou primeiro a sua mulher em 14 de Março de 1946 antes de fazer o Hara-Kiri assim como havia jurado aos “Barretes Amarelos”.

Foi por instigação da Sociedade Thule que todo o arsenal teórico e prático do Terceiro Reich foi construído. Os banqueiros internacionais forneceram o seu dinheiro. A terra de onde tudo saiu é sempre fértil, pois os rebentos da Sociedade Thule estão sempre vivos.

Houve também outra sociedade secreta que anunciou a vinda de um Messias ariano, a “Sociedade Edelweiss”. Hermann Göring, o responsável pelas finanças Nazis, era membro dela. Mas é inútil delongar-se sobre esse assunto.

Fonte: Livro «As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX» de Jan Van Helsig

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