O Ponto de Singularidade Tecnológico

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Ponto de Singularidade
Ponto de Singularidade

O ponto de singularidade: ruptura ou arrebatamento?

Há uma velha analogia sobre um antigo imperador da China e o inventor do xadrez, que é frequentemente usada para ajudar a perceber a velocidade do crescimento tecnológico. De acordo com a história, assim que o imperador tomou conhecimento do jogo do xadrez, enviou uma mensagem através do reino, na tentativa de recompensar o seu inventor, oferecendo tudo em seu poder por esse jogo extraordinário. Após tê-lo encontrado, o inventor, um camponês pobre, apelou à generosidade do imperador, colocando um grão de arroz no primeiro quadrante do tabuleiro de xadrez, e duplicando o número de grãos através dos 64 quadrantes do jogo. Foi esse o seu pedido.

Ao inicio, o imperador ficou impressionado pelo singelo pedido do camponês. Afinal, tratavam-se apenas de grãos de arroz, quanto poderia ele perder com isso? Então, permitiu ao camponês continuar. Mas não passou do meio do tabuleiro de xadrez até que o imperador começasse a perceber o que estava realmente a acontecer. Após 32 quadrantes a duplicar sucessivamente, apenas um grão de arroz tinha-se transformado em aproximadamente 4 biliões de grãos, o equivalente a alguns acres de campos de arroz. Se lhes fosse permitido continuar até ao fim do tabuleiro, o camponês tornar-se-ia proprietário de 18 quintilhões de grãos de arroz, o que iria requerer um campo de arroz com o dobro do tamanho da superfície da Terra, para o produzir (oceanos incluídos).

Crescimento exponencial
Crescimento exponencial

De apenas um grão de arroz até uma quantidade que mais do que quadriplicaria o total da biomassa da Terra, em apenas 64 passos – é esta a natureza do crescimento exponencial. Porque somos apenas pensadores lineares a viver num mundo exponencial, este tipo de crescimento pode ser muito difícil de compreender, ou somente de percepcionar – pelo menos até mergulharmos as nossas cabeças na segunda metade do tabuleiro de xadrez. Visualizar gráficos deste tipo de curva exponencial [y=2^(x-1) para aqueles com inclinação matemática] dão-nos alguns vislumbres de como esta aceleração se torna garantida. Na primeira metade da curva, o progresso parece quase paralelo ao eixo do X, e a frequência da mudança pode parecer quase negligenciável: de apenas uns poucos grãos a alguns alqueires e a alguns acres, não amontuando demasiado. Mas, assim que se começa a mover para o “cotovelo” da curva – a partir sensivelmente do 32º quadrante, no caso do nosso crescentemente ansioso imperador – começamos a ver progressos verdadeiramente impressionantes, começando a linha a tornar-se cada vez mais paralela ao eixo do Y.

Então e o que é que esta metáfora anacronicamente agrária de arroz, os imperadores chineses e os camponeses têm a ver com a era digital da actualidade?

De acordo com a Lei de Moore, o poder computacional dobra a cada 18 meses, o que significa que o ano 2000 marca 32 duplicações consecutivas desde a invenção do transistor, enquanto que o ano 2006 marca 32 duplicações desde a invenção do circuito integrado em 1958. Estamos actualmente a viver na segunda metade do tabuleiro de xadrez – e daqui em diante, as coisas poderão tornar-se realmente loucas. Inteligência artificial, interfaces de computador/cérebro cyborg, nanotecnologia, até a possibilidade de fazer uploads da consciência para um substrato digital – toda esta tecnologia “pós-humana” está actualmente a tornar-se possível, e há boas hipóteses de podermos ver tal (e muito mais) concretizado dentro da maior parte do nosso tempo de vida.

A taxa de aceleração corrente não revela sinais de abrandamento para os próximos tempos. Pelo contrário, a aceleração parece estar a acelerar. Alguns críticos da Lei de Moore acreditam que deverá haver um limite na parte final do crescimento, definido pelo número de transistors que se pode fisicamente colocar numa fatia única de silicone, mas outros argumentam que a nossa Tecnologia actual irá substituir o paradigma computacional, para uma eventual computação quântica, que irá quebrar o “tecto de silicone”. Nos próximos 30 anos iremos ser capazes de produzir computadores com o valor de 1000 euros que serão capazes de tantos cálculos por segundo como o cérebro humano. Seguindo esta tendência até aonde conseguirmos, somos levados até aos limites da imaginação. A magnitude do nosso iminente progresso tecnológico é quase impossível de compreender, as implicações e possibilidades estão muito para além da nossa experiência para que façam sentido, pelo menos partindo das nossas coordenadas na História.

Tal como um buraco negro no tempo, o ponto de singularidade tecnológico representa um ponto no nosso futuro não-muito-distante após o qual, não podemos imaginar. E não há retorno, não há abrandamento – há apenas a revelação do amanhã, o futuro a pressionar-se contra o presente através do fino véu do tempo, um mundo muito para além das visões dos seus mais inspirados místicos, profetas e escritores de ficção científica. Mas enquanto alguns se entusiasmam com o aproximar da singularidade tecnológica que se aproxima, como sendo uma espécie de arrebatamento místico, uma espécie de utopia digital na qual as lutas que sempre estiveram no cerne da condição humana são instantaneamente resolvidas, há muitos outros que não estão tão confiantes de que iremos “subir na luz”, apenas pelo toque de um botão.

E apesar de podermos argumentar que a Tecnologia é o critério mais influente do desenvolvimento humano, esta não o determina. A internet, por exemplo, apesar de representar o legado de algumas das mentes mais desenvolvidas cognitivamente que o mundo já conheceu, pode ser usada por qualquer pessoa – de facto, tornou-se um megafone para toda a gente, incluindo Nazis, fundamentalistas religiosos, alarmistas de esquerda e apoiantes de Ron Paul. O mesmo pode ser dito de se ter dividido o átomo: alguém inteligente o suficiente para construir uma bomba nuclear não iria ficar nada desejoso de a detonar, assumindo que os seus valores estão ao mesmo nível da sua inteligência cognitiva. A todo o momento o mundo testemunha as crueldades que ocorrem quando as invenções mais elevadas são usadas por pessoas menos elevadas, seja essa invenção um computador, uma AK-47, ou a própria democracia.

Compilamos uma lista de inovações e tecnologias que irão surgir mais provavelmente nas próximas décadas. Apesar de ser impossível prever o que irá emergir de tudo isto (a emergência, pela sua própria natureza, é imprevisível, o que a torna precisamente tão disruptiva em relação ao status quo). Esta lista ajuda-nos a ter uma ideia global da forma do porvir.

Parece claro que estamos a presenciar um padrão geral de aceleração em pelo menos quatro dimensões irredutíveis das nossas vidas – um ponto de singularidade nos quatro quadrantes – que poderemos apelidar de “Quatro Mensageiros” (ou “Os Quatro Mensageiros do Apocalipse“, se preferir):

  • Pós-Humanismo (O Futuro do Corpo)
  • Pós-Escassez (O Futuro da Tecnologia)
  • Pós-Ironia (O Futuro da Cultura)
  • Pós-Metafísica (O Futuro da Consciência)

Façamos um breve sumário destas dimensões.

Singularidade #1: Pós-Humanismo (O Futuro do Corpo)

Singularidade Corporal
Singularidade Corporal

Como reparou de forma famosa, Julian Huxley, “como resultado de milhares de milhões de anos de evolução, o Universo está a tornar-se consciente de si próprio.” Mas o Universo não está somente a tornar-se auto-consciente, está também precisamente agora a começar a perceber, manipular e aumentar o seu código fonte.

Há uma quantidade de tendências tecnológicas e biológicas que estão a emergir e que prometem alterar e expandir fundamentalmente as nossas Definições de organismo humano, integrando materiais orgânicos e inorgânicos para melhorar as nossas capacidades física, perceptiva e intelectual, em busca de um ser humano melhor, mais rápido e mais forte. Algumas delas estão já a alterar a forma como vemos o mundo (algumas vezes de forma literal; vide Google Glasses e Oculus Rift), enquanto outras continuam no horizonte da nossa imaginação colectiva, a prometer alterar dramaticamente as nossas vidas nas décadas vindouras.

Alguns exemplos:

  • Realidade Virtual aumentada
  • Biónica
  • Nanomedicina
  • Terapia Genética
  • Anti-envelhecimento
  • Impressão de orgãos
  • Cognição melhorada por máquinas

Singularidade #2: Pós-Escassez (O Futuro da Tecnologia, Produção e Economia)

Singularidade Pós-Escassez
Singularidade Pós-Escassez

Através do curso da História humana, um dos principais condutores da civilização foi encontrar novas e melhores maneiras de superar a escassez de acesso a recursos de água, comida, energia, trabalho, minerais preciosos, metais, etc. Parece não haver limite para a nossa ambição, necessidades e desejos, e no entanto, vivemos num mundo com recursos limitados. Há um lapso enorme entre a abundância infinita do espírito humano e a escassez finita da condição humana, e dentro deste hiato mora o melhor e o pior de nós, levando à inovação ou Guerra, competição ou cooperação, tribalismo ou globalismo.

Todos os grandes estágios de crescimento tecnológico e económico (da colecta de frutos à horticultura, até à agricultura, depois à era indústrial e à era informática) representaram melhores e maiores métodos de superar a escassez, um avanço incremental da civilização no sentido de maior abundância, levando-nos para mais perto de uma Sociedade global integrada. Mas como se pareceria o mundo se pudéssemos transcender o confinamento da escassez todo de uma vez? Como é que re-imaginaríamos a nossa nova civilização globalizada se todas as pessoas tivessem acesso fácil às bases da pirâmide hierárquica de Maslow: comida, água, abrigo e cuidados médicos? Que implicações haveriam para a Economia, propriedade (intelectual e física), distinções de classe e justiça social?

Já estamos a assistir a uma gama de inovações excitantes que parecem estar a conduzir-nos a novas possibilidades de um mundo pós-escassez, incluindo:

  • Robótica
  • Inteligência Artificial
  • Nanotecnologia
  • Impressão a 3D (produção personalizada)
  • Veículos auto-conduzidos (ex: Carro Google)
  • Grafeno e outros meta-materiais
  • Engenharia climática
  • Mineração em Asteróides
  • Elevador Espacial
  • Economias baseadas na reputação
  • Moeda electrónica (ex: Bitcoin)

Singularidade #3: Pós-Ironia (O Futuro da Cultura)

Singularidade Cultural
Singularidade Cultural

As primeiras duas singularidades (Pós-Humanismo e Pós-Escassez) são padrões de inovação tecnológica muito bem documentados que, num certo sentido, representam o hardware do futuro. Agora vamos voltar-nos para as singularidades do interior, o mais importante “software” da cultura e consciência, sem o qual essas tecnologias permaneceriam artefactos desprovidos de vida. Essas tecnologias, afinal de contas, não existem num vácuo, e a sua implementação e o possível alívio do sofrimento humano dependem inteiramente em como as valorizamos e nos relacionamos com elas enquanto cultura.

Juntamente com a aceleração exponencial da Tecnologia humana, também temos assistido a um cada vez mais rápido desdobrar da cultura humana, levando-nos por várias etapas fundamentais de crenças, valores e visões do mundo. Há cerca de 50 mil anos, assistimos ao advento das culturas mágicas, correlacionadas com o estágio de desenvolvimento tecnológico-económico correspondente. As culturas místicas começaram a emergir há cerca de 5 mil anos, tornadas possíveis pelos avanços na horticultura e amadurecendo juntamente com a agricultura, durante a era axial de há 2500 anos atrás. Os primeiros sinais da cultura racional moderna começaram a surgir há cerca de 500 anos, começando com a Renascença e explodindo com a revolução industrial. As culturas pluralistas pós-modernas começaram a emergir apenas há 50 anos atrás, com os meios de comunicação social a expor-nos novas perspectivas e novos sistemas de valores de todo o mundo, encontrado a sua expressão máxima na era da informação. Tratam-se de aproximações muito soltas, como é óbvio, mas revelam uma tendência geral de aceleração cultural (50 mil anos, para 5 mil anos, para 500 anos, para 50 anos), cada novo estágio emergindo e maturando numa ordem de magnitude mais rápida que a anterior.

Todas essas visões culturais do mundo estão vivas e de boa Saúde no mundo actual, e os conflitos entre elas nunca foram tão acirrados, sendo que o futuro da civilização humana foi apanhado num fogo cruzado. É requerido, então, um novo estágio de evolução inter-subjectiva de modo a aliviar a enorme tensão entre estes blocos culturais maciços, um novo conjunto de valores partilhados que podem, de facto, abraçar e integrar todos os valores anteriores, mais do que tentar erradicá-los a todos.

Poderíamos afirmar que a evolução humana retirou-nos das culturas de autoridade (tradicionalismo) para culturas de autonomia (modernismo), até a culturas de auto-autoridade (pós-modernismo), estando agora a dirigir-se para culturas de autenticidade (integrais). Mais do que tudo, a “pós-ironia” aponta para uma das características marcantes desta nova cultura emergente de autenticidade: uma expressão cultural que deliberadamente ultrapassada as camadas de cinismo, ironia e impotência auto-referente que parecem definir tantas partes da nossa cultura corrente – as sombras do pós-modernismo que são particularmente desenfreadas dentro dessas Sociedades onde a sofisticação tecnológica é o aspecto mais proeminente.

A nova cultura pós-irónia entende que:

  • Todas as expressões culturais prévias são válidas e valiosas.
  • Nenhuma visão cultural do mundo, ou conjunto de valores é mais ou menos legítimo que outro.
  • Culturas diferentes podem estar mais ou menos adaptadas a desafios particulares, ao encarar a civilização.
  • Valores mais recentemente desenvolvidos tendem a ser mais significativos para a civilização enquanto que os valores mais previamente desenvolvidos são mais fundamentais para a civilização.
  • Cada um destes padrões culturais permitiu avanços notáveis na criação de sentido e alívio do sofrimento humano.
  • Cada um tem um lado-sombra que cria problemas que só a próxima orientação cultural pode iniciar a sua resolução.

Singularidade #4: Pós-Metafísica (O Futuro da Consciência)

Singularidade da Consciência
Singularidade da Consciência

Assim como a nossa Tecnologia nos está a ajudar a ir além da escassez, encontrámos um crescimento análogo no crescimento psicológico nos estágios integrais da consciência: um salto importante para longe das motivações baseadas no medo, derivado da percepção da escassez pessoal, e motivação posterior para uma liberdade crescente, abundância e preenchimento. A visão e valores da consciência integral estão naturalmente inclinadas para procurar uma visão mais abrangente do mundo, para incluir e desfragmentar toda a nossa experiência interior, integrar a totalidade da existência numa união perfeita de opostos: sujeito e objecto, individual e colectivo, a parte e o todo, vazio e forma, etc.

É interessante que, numa altura em que as nossas conquistas tecnológicas nunca foram tão grandes, o nosso entendimento da consciência se mantenha um mistério completo e total, para a maioria dos principais filósofos, cientistas e engenheiros mundiais, tendo muitos deles tentado explicar a nossa consciência subjectiva como o epifenómeno dos processos objectivos materiais.

As tradições espirituais, por sua vez, terão muito a dizer sobre a natureza da consciência, mas muito desse entendimento permanece embutido num estágio pré-racional do Universo e no nosso lugar nele, e está excessivamente carregado de mitologias e metafísica, que não pode sobreviver ao escrutínio moderno e pós-modernista. Assim, a singularidade da consciência refere-se tanto à emergência de um novo estado de consciência psicológica (consciência integral), tal como a um entendimento mais compreensivo da própria consciência, baseado na integração elegante da Ciência, Psicologia e espiritualidade pós-metafísica.

E porque é que tal é importante? Em primeiro lugar, se queremos criar um futuro melhor, precisamos de perceber o que é que motiva as pessoas – porque é que tomamos as decisões que tomamos, e como é que podemos ser ajudados a tomar decisões melhores, mais compassivas e mais sustentáveis para o bem de todos. O mundo está actualmente a enfrentar uma série de crises que apenas uma perspectiva verdadeiramente global poderá começar a solucionar, e a consciência integral oferece a compreensão global mais precisa do nosso mundo e da confusão na qual estamos inseridos.

À medida que trabalhamos em projectos potencialmente revolucionários, tais como a inteligência artificial, é normalmente tido por garantido que essas máquinas inteligentes irão, de alguma forma, atingir automaticamente algum grau de consciência interior. Mas, na sua forma actual, apesar da inteligência computacional poder ser capaz de nos vencer no xadrez, os nossos portáteis não estão realmente conscientes de nos terem vencido. Uma coisa é criar inteligência artificial, outra, inteiramente diferente, é criar consciência artificial. Serão os algoritmos matemáticos suficientes para produzir a “luz interior” da percepção, impulsos, emoções, símbolos e conceitos que agem como veículos da consciência interior? Talvez, mas antes precisamos de perceber o que é realmente a consciência.

A consciência interior não pode ser reduzida à comoção caótica de processos exteriores. A subjectividade é fundamental para o Universo, tal como é a objectividade matemática (que, interessantemente, só pode ser vista através da experiência interior).

Não é um bioproduto acidental da evolução.

Não se tratam de fantasias oníricas febris de um sistema nervoso inquieto.

Não é uma alucinação fantasmagórica dentro da maquinaria espácio-temporal.

É a extensão vazia e eterna no centro deste e de qualquer outro momento, onde o espaço e o tempo deslizam sem esforço no seu brilho sem atrito.

A consciência é a singularidade derradeira e inevitável no inicio e fim de todas as coisas – uma singularidade tão fundamentalmente singular, que o seu plural permanecerá para sempre desconhecido.

Conclusão

Singularidade
Singularidade

Se há alguma coisa que o ponto de singularidade promete trazer, é tanto ruptura como arrebatamento. Como a evolução continua a acelerar, as nossas identidades, ideais e valores lutam para manter o ritmo, aumentando o hiato entre o hardware da Tecnologia e o software da consciência e cultura. Não se enganem: se é para realmente tornar-se no desfecho da evolução humana, um ponto de partida para uma concepção totalmente nova da existência humana, a singularidade tecnológica deve ser acompanhada por uma singularidade cultural e uma singularidade da consciência – uma singularidade do “Eu“, do “Nós” e do “Isso“. Senão, não irá ser de forma alguma, uma singularidade, mas apenas um monstro devorador do mundo no final da História, ameaçando enviar a evolução para o seu canto apertado da galáxia, para milhares senão milhões de anos atrás.

Estamos actualmente a vislumbrar um novo estágio cultural e de consciência a emergir – um estágio marcadamente integral, capaz de ver o mundo através de um meta-paradigma e uma lente multi-perspectival, possuindo todo o conhecimento, sabedoria e intuição do mundo, como uma única peça de joelharia viva. E à medida que mais e mais indivíduos integrais se juntam, uma força cultural poderosa começa a varrer o planeta, que se torna inerentemente mais inteiro, mais equilibrado e mais capaz do que qualquer outra coisa que o mundo já viu.

E à medida que você se vai interessando, ainda que vagamente, por este tipo de assuntos, estará, na verdade, a participar e a decretar a singularidade, pelo menos na sua dimensão consciente. Os actuais pioneiros da integralidade são os ancestrais vivos dos pós-humanos de amanhã, erguendo-se na convergência de tudo o que é bonito, bom e verdadeiro. Você é a singularidade, cada suspiro ondulando para o horizonte do nosso futuro partilhado, ecoando de volta através das possibilidades do amanhã.

Corey deVos
13 de Setembro de 2013

Fonte: Integral Life

Artigo Original: http://integrallife.com/node/257786

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