BIOGRAFIA: Josef Mengele, o "Anjo da Morte"

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Joseph Mengele a conduzir uma das suas experiências
Joseph Mengele a conduzir uma das suas experiências

Josef Mengele (Günzburg, 16 de Março de 1911Bertioga, 7 de Fevereiro de 1979) foi um médico alemão que actuou também durante o regime nazi. O apelido de Mengele era Beppo, mas também era conhecido como Todesengel, “O Anjo da Morte“, nos campos de concentração.

Mengele foi oficial médico chefe da principal enfermaria do campo de Birkenau, que era parte do complexo AuschwitzBirkenau. No entanto, não foi o oficial médico em chefe de Auschwitz; acima na hierarquia encontravam-se os médicos Eduard Wirths e Hilario Hubrichzeinen. No fim da Segunda Guerra, Josef Mengele fugiu da Alemanha passando por alguns países, até encontrar asilo na Argentina, onde permaneceu durante algum tempo.

As atrocidades de Mengele

Joseph Mengele
Joseph Mengele

Nas suas experiências com seres humanos em Auschwitz, Mengele injectou tinta azul nos olhos de crianças, uniu veias de gémeos, deixou pessoas em tanques de água gelada para testar as suas resistências, amputou membros de prisioneiros e coleccionou milhares de orgãos humanos no seu laboratório.

A partir de 1943, os gémeos eram seleccionados e colocados em barracões especiais. Quando eram localizados gémeos na rampa de selecção, os irmãos eram colocados num recinto especial e eram tratados melhor do que os restantes internos. Praticamente todas as experiências de Mengele careciam de valor científico, mas foram financiadas pelo governo Nazi. Incluíam, por exemplo, tentativas de mudar a cor dos olhos mediante injecções de substâncias químicas nos olhos de crianças, amputações diversas e outras cirurgias brutais e, pelo menos numa ocasião, uma tentativa de criar siameses artificialmente mediante a união de veias de irmãos gémeos (a operação foi um fracasso e o único resultado foi o de que as mãos dos pacientes infectaram-se gravemente). As pessoas objecto de experiências de Mengele, no caso de sobreviverem, foram quase sempre assassinadas posteriormente para dissecação.

Em cooperação com outros médicos, Mengele tentou também encontrar um método de esterilização em massa; muitas das vítimas foram mulheres a quem injectava diversas substâncias, tendo muitas delas sucumbido ou ficado estéreis.

Mengele fez experiências com ciganos e judeus que tinham doenças hereditárias como nanismo, síndrome de Down, irmãos siameses e outras afecções e dissecou vivas algumas pessoas mestiças, submergindo depois os seus cadáveres numa tina com um líquido que consumia as carnes, deixando livres os ossos. Os esqueletos eram depois enviados para Berlim como macabro mostruário da degeneração física dos judeus ou outros.

Crianças judaicas num campo de concentração
Crianças judaicas num campo de concentração

Por vezes realizava sessões de submersão de prisioneiros fortes em água gelada com o objectivo de observar as suas reacções ante a hipotermia. Também cooperou com o seu equivalente da Força Aérea, o médico Sigmund Rascher da Luftwaffe, em algumas experiências em que submetia pessoas a mudanças de pressão extremas, e os indivíduos morriam com horrorosas convulsões por excessiva pressão intracraniana. Rascher foi o equivalente de Mengele na experienciação em seres humanos, mas este para fins militares. A sua perversidade andava a par da de Mengele, mas a sua história e destino foram muito distintos.

Devido às atrocidades cometidas por Mengele durante a guerra, seu título de Doutor foi revogado pelas Universidades de Frankfurt e Munique.

Mengele ordenou, numa ocasião, carregar um vagão de comboio com caixões que os prisioneiros notaram ser “demasiado pesados para o seu volume”. Os caixões iam com destino a Günzburg e alguns prisioneiros deduziram correctamente que deveriam conter lingotes de ouro, provenientes das extracções dentárias das vítimas do campo. Este foi um dos primeiros indícios de que Mengele tinha pressentido o fim da Alemanha Nazi.

A evasão

Em 26 de Novembro de 1944, Richard Baer, comandante de Auschwitz, recebeu uma estranha ordem para desmantelar a instalação, decaindo o ritmo de extermínio do campo. A ordem provinha directamente de Adolf Hitler (que depois se suicidaria), e a muitos causou surpresa a situação.

Joseph Mengele
Joseph Mengele

Apenas 23 dias antes Mengele tinha estado na selecção de prisioneiros para enviar às câmaras de gás. Para ele a ordem não causou estranheza, pois estava convencido de que a Alemanha Nazi perderia a guerra.

Mengele abandonou de forma encoberta o campo em 17 de Janeiro de 1945, tendo 10 dias depois chegado ao mesmo local o Exército Vermelho que acabou por libertar os poucos sobreviventes.

Josef Mengele abandonou Auschwitz e foi para o antigo campo de concentração de Gross-Rosen. Em Agosto de 1944 este campo fora encerrado. Em Abril de 1945 fugiu para o Oeste disfarçado como membro da infantaria regular alemã, com identidade falsa, mas foi capturado.

Como prisioneiro de guerra, cumpriu pena de prisão perto de Nuremberga. Foi libertado depois, por se desconhecer a sua identidade. Durante os julgamentos de Nuremberga não se mencionou Josef Mengele como genocida.

Sabe-se que fugiu para a Argentina, provavelmente ainda na década de 1940.

Todavia, com a captura de Adolf Eichmann por agentes da Mossad, em Buenos Aires, Mengele decidiu fugir da Argentina e esconder-se no Paraguai para depois passar para o Brasil, onde teria vivido em Serra Negra, Assis, Nova Europa, Mogi das Cruzes e Bertioga, no estado de São Paulo, até à sua morte.

Inacreditavelmente, nem a Mossad nem o Centro Simon Wiesenthal conseguiram localizá-lo apesar do seu filho Rolf o ter visitado duas vezes e ter com ele trocado correspondência.

Sabe-se hoje que Mengele viveu no Brasil modestamente numa favela sob o nome falso de Pedro Gerhard. Quando lhe perguntavam sobre o passado, afirmava que como oficial alemão se limitava a selecionar as pessoas aptas para o trabalho e que nunca matara ninguém.

Em 1979, o seu estado de Saúde estava em franca deterioração e a família alemã que o assistia convidou-o a refrescar-se numa praia de pendente muito suave, Bertioga, no litoral paulista, Mengele aceitou. Quando alguns membros se introduziram na água, Mengele seguiu-os até alcançar uma distância de 100m, mas a escassa profundidade. Então, por motivos confusos e nunca esclarecidos, afogou-se, apesar de um dos amigos que o acompanhava ter dado auxílio imediatamente (supôs-se de cãibras, ataque cardíaco ou até mesmo suicídio como causas da morte).

A versão oficial é a de que se feriu, talvez acidentalmente, com um pedaço de madeira quando nadava em Bertioga, tendo isso provocado a sua morte por afogamento. Causa estranheza o facto de Mengele não saber nadar. Os seus ossos foram exumados em 1985, no cemitério de Rosário, na cidade de Embu das Artes, na grande São Paulo. A perícia, conduzida por especialistas do IML e da FOUSP, determinou que a ossada era efectivamente do médico nazi: um defeito dental que tinha nos dentes superiores frontais foi comprovado, além de coincidir em idade e estatura. Em 1992, uma análise de ADN confirmou finalmente a sua identidade. Mengele nunca foi punido pelas suas atitudes, falecendo praticamente sozinho no litoral paulista.

3 COMENTÁRIOS

  1. Experimentos ilegais em seres humanos na atualidade.

    Organização criminosa no Brasil utiliza dispositivo de envio de voz para o crânio humano para torturar pessoas, o equipamento permite a escuta e o monitoramento neural constante dos pensamentos com captação de imagens visuais, atacando diretamente o crânio com emissão de sons da fala 24 horas online segundo a segundo. Os criminosos utilizam uma conexão através de ondas curtas de rádio frequência com o cérebro, proporcionando o acompanhamento constante e vigilância silenciosa. Eles podem ouvir o que ouvimos, vemos e até mesmo ler nossos pensamentos, vigilância total de qualquer um, em qualquer lugar do globo terrestre. Essa patente americana que foi muito usado por militares em época de guerra, está sendo usada como instrumento de tortura não rastreável e arma não letal. Ao interagir com o cérebro, os operadores podem transmitir sons inexplicáveis, vozes, imagens, cheiros e gostos, e causar numerosas dores e sensações por todo o corpo. Estas incluem a sensação de corrente elétrica e as vibrações zumbido nos ouvidos sensação de clicks intracraniano. As vítimas são submetidas a privação do sono e intensa tortura física e psicológica em uma tentativa de empurrá los ao suicídio ou violência. Esse serviço pode ser alugado, estes grupos operam no mundo todo, esse método é uma forma de terrorismo e é utilizado para reduzir a qualidade de vida de uma pessoa, assim o alvo poderá ter um colapso nervoso, tornar se encarcerado institucionalizado a experiência de dor mental emocional ou física constante, tornar sem teto ou cometer suicídio. Ele é feito usando acusações bem orquestradas, mentiras, rumores investigações falsas enquadramento intimidação ameaças abertas ou veladas vandalismo furto sabotagem e tortura humilhação terror emocional e assédio em geral, é um sistema criminoso destrutivo construído sobre o engano que existe para servir as intenções de alguns que estão conscientes de todo o horror que a vítima é obrigada a aguentar. Esse tipo de crime é realizado por sociedades secretas criminosas, como essa a que me refiro que está agindo no Sul do país utiliza dispositivo de envio de voz para o crânio humano para torturar suas vítimas. Seus números e enorme alcance sugerem o envolvimento do governo e de financiamento de ricos empresários possivelmente com o aparato de segurança interna com ligações com o crime organizado utilizando táticas semelhantes à nazistas. Todos estão potencialmente em risco, imagine um Hitler ou Stalin com acesso à essa arma. Milhares de pessoas em todo o mundo são vítimas de perseguição organizada e tortura e tem os seus direitos constitucionais e humanos sob ataque suas carreiras relacionamentos saúde e vidas destruídas atrocidades indescritíveis estão sendo cometidas crimes contra a humanidade tal como definido pelas Nações Unidas.

  2. Os pensamentos não pertencem mais a esfera privada, o cérebro humano é um transmissor e receptor bioenergético e pode ser manipulado remotamente através de ondas curtas de rádio frequência e do eletromagnetismo comum. Quadrilha brasileira mercenária utiliza tecnologias de patentes americanas ou similares, armas escalares de energias dirigidas restrita ou experimental, gang perseguindo e sabotagem sócio econômica para torturar, extorquir, arruinar em todos os aspectos e levar ao óbito pessoas inocentes. Utilizam a vítima para experimentação de suas tecnologias, além disso conduzem o alvo à emboscadas degradantes diversas envolvendo integrantes e associados da quadrilha, esses grupos tiram do individuo a capacidade de ter uma vida normal, reduzindo os a cobaias humanos.

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