Sistema bancário e de bases de dados electrónicos universais

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Base de dados perigosa
Base de dados perigosa

Está a ser criado um perigoso sistema universal de «bases de dados interligadas internacionalmente» que consegue armazenar toda a nossa vida em sofisticados ficheiros informáticos, contribuindo para a substituição do nosso dinheiro real por dinheiro electrónico ou virtual, e que é representado por uma série de números num ecrã de computador.

E, o que é pior, a utilização de dinheiro e de cartões electrónicos está a tomar-se obrigatória na maioria dos grandes países do mundo, como o Canadá, Estados Unidos, Austrália, França e Alemanha, para transacções que envolvam mais do que uns milhares de dólares. A desculpa apresentada pelos bancos é que, ao exigirem que não passem pelo sistema grandes quantidades de dinheiro, os bancos estão a cumprir o seu dever, evitando que o dinheiro da droga seja lavado no interior do sistema. É escusado dizer que só um idiota acreditaria nesta lógica.

Base de Dados Universal
Base de Dados Universal

Infelizmente, quase todos nós já sofremos lavagens ao cérebro e somos induzidos a acreditar nisto. Nem erguemos o sobrolho em sinal de protesto quando os bancos nos pedem que justifiquemos uma transacção em dinheiro de vários milhares de euros. John Coleman explica que, no Comité dos 300, os verdadeiros multimilionários canalizam o seu dinheiro através de um sistema CHIPS, um acrónimo de Clearing House International Payments System. Doze dos maiores bancos usam este sistema. É graças à combinação com o sistema SWIFT (acrónimo de System World-wide International Financial Transactions, criado pela comunidade financeira internacional em 1973 para garantir a transmissão segura, rápida e eficaz de dinheiro), sedeado na Virgínia, que o dinheiro sujo da droga se torna invisível. Só o descuido ou a irreflexão dão umas alegrias ao FBI de vez em quando, se e quando os agentes não recebem ordens para olhar para outro lado. Só os traficantes de droga de baixo nível são apanhados com dinheiro na mão. A elite, Drexel Burnham, Credit Suisse, Hong Kong and Shangai Bank, escapam à detecção. É por isso que o facto de os bancos pedirem aos seus clientes que justifiquem uma transacção de milhares de dólares ou euros é uma encenação, um jogo para conservar os clientes honestos (nós), tal como a encenação montada nos aeroportos onde, desde o 11 de Setembro, já não podemos entrar no avião com os objectos mais vulgares e inofensivos, não vão eles comprometer a segurança dos passageiros, apesar de o 11 de Setembro ter sido uma operação do Governo dos Estados Unidos. Há vários livros excelentes sobre este tema, designadamente «Crossing lhe Rubicon», de Michael Ruppert, no qual se demonstra inequivocamente que a culpa pelo 11 de Setembro recai inteiramente nos ombros de Bush e do seu vice-presidente, Dick Cheney. Mas todo este «espectáculo» é bom para a televisão.

Fonte: LIVRO: «Clube Bilderberg – Os Senhores do Mundo» de Daniel Estulin

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