Luz Vermelha Sobre Ithaca

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Luz vermelha no céu nocturno
Luz vermelha no céu nocturno

Rita Malley, jovem mãe de dois filhos, conduzia o carro de volta para casa em Ithaca, Nova York, na noite de 12 de Dezembro de 1967, quando percebeu que uma luz vermelha a seguia. A princípio, pensou estar a ser seguida por uma viatura policial. Já se preparava para estacionar na berma, quando percebeu que a luz estava acoplada a um estranho objecto voador, que se movimentava pouco acima dos fios dos postes de electricidade à esquerda.

Aquilo já seria suficiente para deixá-la assustada, porém não foi nada comparado ao que aconteceu depois. Ao perceber que não conseguia controlar mais o carro, gritou para o seu filho, que viajava com ela, alertando-o e falando sobre o risco de acidente. Mas, por estranho que possa parecer, a criança não respondeu nem se moveu.

“Era como se ele estivesse a sofrer algum tipo de transe, contou Rita posteriormente. O carro dirigiu-se para a berma sozinho, seguiu para um terreno que tinha sido preparado para uma plantação de alfafa e parou. Vi um feixe de luz que vinha do objecto e ouvi um ruído monótono. De seguida, passei a ouvir vozes. As palavras eram interrompidas e rápidas, como as de um intérprete a repetir um discurso nas Nações Unidas“, acrescentou ela.

Rita declarou ter ficado histérica quando lhe disseram que uma amiga se envolvera num terrível acidente, a alguns quilómetros dali. Depois de um certo tempo, o seu carro começou a movimentar-se novamente. Ela pisou a fundo no acelerador e procurou chegar a casa, o mais rapidamente possível.

“Percebi que algo estava errado no momento em que ela chegou. Pensei que talvez tivesse sofrido um acidente com o carro ou coisa parecida”, revelou o marido John ao repórter do Syracuse Herald-Joumal.

No dia seguinte, Rita ficou a saber que realmente uma amiga sofrera um grave acidente automobilístico, na noite anterior.

Nos dias que se seguiram, de acordo com repórteres e investigadores de OVNIs que a entrevistaram, a Sra. Rita Malley não conseguia falar sobre a bizarra experiência sem chorar.

Fonte: Livro «O Livro dos Fenómenos Estranhos» de Charles Berlitz

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