Telefonema da falecida avó de Karl Uphoff

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Telefonema da falecida avó de Karl Uphoff
Telefonema da falecida avó de Karl Uphoff

Karl Uphoff, ex-músico de rock, acredita com grande convicção que existe vida após a morte. O motivo: um telefonema da avó já falecida, recebida em 1969.

Karl tinha 18 anos quando a sua avó materna morreu. Sempre houvera uma ligação muito estreita entre os dois, e quando a velha senhora ficou surda, já nos últimos anos de vida, passou a solicitar a ajuda de Karl. Como nem sempre o rapaz estava em casa, ela adquirira o hábito de telefonar aos amigos dele para encontrá-lo. Como não conseguia ouvir quando alguém atendia o telefone, ela simplesmente marcava um número, esperava alguns momentos e então solicitava:

– O Karl está aí? Diga a ele para vir para casa logo, rápido.

Ela repetia o recado algumas vezes e então desligava, passando para o próximo número da lista. No entanto, esses telefonemas terminaram, dois anos antes da sua morte, em 1969, quando a irmã de Karl passou a tomar conta da avó.

Dois dias após o falecimento, Karl decidiu fazer uma visita ao casal D’Alessio em Montclair, Nova Jersey, cujo filho, Peter, era seu amigo. Peter e Karl estavam no rés-do-chão da casa, a conversar, quando o telefone do andar superior tocou. Os dois rapazes ouviram a Sra. D’Alessio a conversar impacientemente com a pessoa que ligara e estava a ficar cada vez mais agitada. Karl ficou atónito quando ela o chamou.

– Uma senhora idosa está a falar ao telefone – gritou. – A mulher está a dizer que é a tua avó e que precisa de ti. Só que ela repete a mesma coisa vezes sem conta.

Karl subiu a correr a escadaria e pegou o auscultador, porém não havia mais ninguém do outro lado da linha. Naquela noite, de volta para casa, ele recebeu uma quantidade considerável de telefonemas. Nunca havia ninguém do outro lado da linha quando tirava o auscultador do gancho do telefone.

O telefonema teria sido uma brincadeira? Essa possibilidade parecia extremamente duvidosa. Interrogado por um investigador, Karl declarou que nenhum dos seus amigos tinha consciência das chamadas que a sua avó costumava fazer, e que tinha conhecido os D’Alessio  recententemente. Ele acrescentou também que fora visitá-los espontaneamente e que ninguém sabia do seu paradeiro quando o telefonema foi feito.

Fonte: Livro «O Livro dos Fenómenos Estranhos» de Charles Berlitz

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