Transcendendo os Limites do Tempo

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Faculdade Mundelein em Chicago
Faculdade Mundelein em Chicago

Todos os estudantes de fenómenos científicos inexplicáveis sabem que a Percepção Extra-Sensorial (PES) não é limitada pela distância. Diversas pesquisas já demonstraram que ela pode tanto se manifestar entre duas salas quanto entre dois países localizados em pontos opostos do globo. O mais surpreendente é que a força da PES pode transcender os próprios limites do tempo. A pesquisa realizada na Faculdade Mundelein em Chicago, em 1978, demonstrou claramente esse facto estranho.

John Bisaha, o investigador encarregado do programa, há muito tempo que se interessava por visões remotas, durante as quais uma pessoa tenta “ver” o que está a acontecer a quilómetros de distância. Na verdade, o procedimento experimental é bastante simples. A pessoa fica sentada com o investigador, enquanto uma ou outra dirige-se a um local diverso, que tanto pode ser nas proximidades quanto a quilómetros de onde está a ser realizado o teste. O pesquisador então solicita ao médium que entre em contacto, ou visualize o assistente que se afastou, e descreva onde ele está. Ao aplicar esse modo de proceder, Bisaha fazia uma importante alteração. Ele pedia ao médium que descrevesse o local que o seu assistente visitaria no dia seguinte.

Numa das ocasiões mais importantes dos testes cuidadosamente controlados, Bisaha sugeriu a uma das suas principais médiuns que descrevesse as paisagens que eles veriam na Europa. Durante cinco dias consecutivos, Brenda Dunne – em Chicago – tentou ver o local que Bisaha visitaria 24 horas depois. Os dois participantes não mantiveram nenhum tipo de contacto durante a experiência.

Os resultados foram realmente surpreendentes. Quando a companhia de turismo levou Bisaha a um restaurante circular construído sobre alguns pilares às margens do Danúbio, Brenda Dunne já o vira “perto da água… uma área muito grande de água”. Ela também previu “linhas verticais como pilares… uma forma circular como um carrossel”. Sucessos similares foram relatados com relação aos outros dias também.

Quando o investigador retornou aos EUA, carregou consigo os registos das cinco sessões e um árbitro independente, que recebeu também fotos das cidades visitadas. A sua tarefa era comparar cada um dos relatórios fornecidos por Brenda Dunne com as fotos – e ele não teve maiores dificuldades em fazê-lo.

 Fonte: Livro «O Livro dos Fenómenos Estranhos» de Charles Berlitz

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