Convulsões e Cataclismos

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Vulcão
Vulcão

Os geólogos serão os primeiros a admitir que o planeta Terra parece estar destinado a uma catástrofe apocalíptica de natureza global. A crosta terrestre está a sofrer imensas tensões, enquanto placas tectónicas de dimensões continentais colidem umas com as outras em danças perigosas, desde tempos imemoráveis, acompanhadas por tambores e archotes, os terramotos e os fogos vulcânicos que seguem pelas margens  do oceano ilusoriamente chamado de “Pacífico“.

Em 1883, o mundo registrou a sua explosão mais forte na ilha vulcânica Krakatoa, Indonésia, quando o vulcão Perbuatan entrou em erupção, vaporizando-se, literalmente e provocando a morte de 36 mil pessoas em Java e Sumatra. O abalo foi registrado em todo o mundo e as cinzas lançadas da cratera chegaram até Madagascar. Tanta cinza e tanta poeira foram lançadas na atmosfera que o pôr-do-sol mudou de cor e as condições climatéricas viram-se drasticamente alteradas durante os anos seguintes.

Devido à grande percentagem da população mundial que vive em regiões baixas, uma explosão de tal magnitude nos dias de hoje, sem dúvida, “ceifaria” centenas de milhares de vidas humanas. Até mesmo as regiões costeiras de países distantes, como o Japão e o Havaí, seriam ameaçadas.

O litoral da Califórnia vive, constantemente, à beira de um desastre e os seus habitantes esperam a ocorrência, a qualquer momento, de um terramoto tão intenso quanto aquele que destruiu San Francisco, em 1906. A pressão geológica está a aumentar também sob a Grã-Bretanha e a Escandinávia. Se fosse libertada, ela poderia inundar grande parte da Escócia e transformar Londres num porto do mar do norte.

Os médiuns têm advertido, há muito tempo, sobre possibilidade de um Cataclismo Global, que poderá ameaçar o futuro da humanidade neste planeta. São apoiados pelos próprios cientistas, cujas previsões são igualmente catastróficas. Além de terramotos e vulcões, estão a perceber o crescente “efeito estufa”, que poderia elevar os níveis dos oceanos do mundo e encobrir a maioria dos portos actuais.

Vulcão
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Além disso, o decréscimo na camada protetora de ozono poderia aumentar drasticamente a incidência de cancro na população. Alguns chegam até a prever súbita reversão dos pólos magnéticos da Terra.

Na realidade, quase todas essas catástrofes geográficas em potencial estão na ordem natural das coisas, inclusive o avanço e a regressão de eras glaciais e o “bombardeamento” do nosso planeta por corpos celestes do tamanho de pequenos países.

Mas o que mudou mais, em escala planetária é o número imenso de pessoas que sofreriam as consequências da catástrofe. A questão já não é mais procurar saber se os cientistas ou os médiuns estão certos, mas sim qual a “bola de cristal” que será despedaçada primeiro.

Fonte: Livro «O Livro dos Fenómenos Estranhos» de Charles Berlitz

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