Vacina para o Vírus do Papiloma Humano (HPV) gera polêmica – INFORMAÇÃO

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Polémica na Vacina para o Vírus do Papiloma Humano (HPV)
Polémica na Vacina para o Vírus do Papiloma Humano (HPV)

O que é o Vírus do Papiloma Humano?

O Vírus do Papiloma Humano (HPV) é uma doença sexualmente transmissível relativamente comum passada através de contacto genital, geralmente através de relações sexuais.

Quais são os sintomas do HPV?

  • Há mais de 100 subtipos de HPV. Algumas formas do vírus podem dar origem a verrugas na vagina ou no colo do útero da mulher.
  • Outras formas do virus podem causar o crescimento de células anómalas no revestimento do colo do útero – lesões pré-malignas – que anos mais tarde podem eventualmente gerar um cancro (um teste de papanicolau pode detectar as infecções).
  • No entanto, em mais de 90% dos casos, as infecções são inofensivas e passam sem tratamento.
  • O sistema imunitário das mulheres elimina o vírus. Frequentemente, as mulheres não experienciam qualquer sintomas, sinais ou problemas de Saúde.

Quem são as pessoas mais susceptíveis ao HPV?

  • Pessoas que iniciam relações sexuais numa idade mais prematura, que têm muitos parceiros sexuais, ou que têm sexo com alguém que tenha tido muitos parceiros sexuais, são as pessoas que estão em maior risco de contágio.
  • Nos Estados Unidos da América, as mulheres “negras” e as “hispânicas”, têm uma maior taxa de incidência de contágio, do que as mulheres “brancas”.

O quão sério e predominante é o cancro cervical?

  • Nos Estados Unidos da América, cerca de 7 mulheres em cada 100.000 contraem cancro do colo do útero. Cerca de 2,4 por cada 100.000 morrem.
  • Cerca de 91% de todos casos ocorrem em mulheres de 40 ou mais anos de idade.
  • A idade média das mulheres a quem é diagnosticado o cancro do colo do útero, é de 48 anos.
  • Mais de metade de todas as mortes por cancro do colo do útero ocorrem em mulheres com 55 ou mais anos de idade.

Predominância do cancro do colo do útero por faixa etária:

Gráfico da Predominância do cancro do colo do útero por faixa etária
  • O cancro do colo do útero é mais prevalecente nas faixas etárias mais elevadas. Apenas 1% dos casos acontece em mulheres com menos de 30 anos. 73% dos casos dão-se em mulheres com 50 ou mais anos de idade.

Taxa de incidência de cancro do colo do útero comparado com outros cancros:

Gráfico da Taxa de incidência de cancro do colo do útero comparado com outros cancros
  • O cancro do colo do útero não é tão comum como outros tipos de cancro. Por exemplo, as mulheres têm 15 vezes mais probabilidades de serem afectadas por cancro da mama, do que por cancro do colo do útero. As taxas de incidência de cancro da pele, dos pulmões ou do cólon são também muito mais elevadas.

A vacina do Vírus do Papiloma humano (HPV):

  • Em Junho de 2006, a FDA (Food and Drug Administration) aprovou a nova vacina HPVGardasil – para raparigas e mulheres dos 9 aos 26 anos.
  • Gardasil foi desenhada para prevenir de 4 das mais de 100 estirpes diferentes do HPV.
  • Uma empresa britânica também desenvolveu uma vacina HPV.

A vacina do Vírus do Papiloma humano (HPV) – Prevenção apenas de 4 estirpes:

  • A vacina HPV foi desenhada para prevenir de 4 das mais de 100 estirpes diferentes do HPV, capazes de infecção HPV.
  • As estirpes 6 e 11 podem causar verrugas genitais.
  • As estirpes 16 e 18 estão associadas com lesões pré-malignas.

Do que é feita a vacina HPV ? – A vacina HPV contém:

  • Particulas semelhantes aos virus das estirpes 6, 11, 16 e 18.
  • Cloreto de Sódio, Borato de Sódio, L-histidina, polissorbato 80.
  • 225 mcg de alumínio.

O quão segura é a vacina HPV ?

Em Agosto de 2008 (apenas 26 meses após o licenciamento da vacina HPV) a FDA recebeu mais de 8.000 relatórios de efeitos secundários danosos e mortes depois da Gardasil ter sido administrada. Raparigas e mulheres foram afectadas com sérias ameaças à sua vida, e limitações na sua Saúde, tais como:

  • Síndrome de Guillaín-Barré (paralisia), perda de consciência, desmaios, convulsões, partes do corpo inchadas e dores no peito.
  • Irregularidades cardíacas, falência dos rins, distúrbios visuais, artrite, dificuldades em respirar, erupções cutâneas graves, vómito persistente, aborto e irregularidades menstruais.
  • Complicações no sistema reprodutor, verrugas genitais, lesões vaginais, e infecção HPV (a principal razão da vacinação).
  • Mais de 8.000 pessoas americanas do sexo feminino já obteram lesões ou morreram depois de terem sido vacinadas com a vacina do HPV.

Qual é a eficácia da vacina HPV?

  • O produtor da vacina HPV apresenta uma taxa de 100% de eficácia. No entanto, isto não significa que as mulheres que forem vacinadas estão protegidas contra o cancro do colo do útero. Isto apenas indica que a vacina é eficaz contra as duas estirpes pré-malignas do vírus presentes na vacina.
  • Há pelo menos 15 estirpes pré-malignas do HPV. A vacina apenas foi concebida para proteger contra duas delas.
  • Durante estudos pré-licenciamento, 361 mulheres que receberam Gardasil, desenvolveram lesões HPV pré-malignas nos seus colos do útero num espaço de 3 anos.

Scott Emerson, médico, assessor da FDA em relação à vacina HPV disse: “Acredito que a Gardasil proteja contra as estirpes 16 e 18 do vírus HPV, mas o efeito que irá ter nas taxas de cancro do colo do útero neste país já é outra questão inteiramente diferente.”

Lesões pré-malignas do HPV:

  • É importante perceber que nenhum caso de cancro no colo do útero foi realmente prevenido em nenhum dos testes realizados, em qualquer estudo clínico da vacina HPV.
  • A vacina HPV foi concebida apenas para proteger contra um número limitado de “lesões pré-malignas do HPV“, que são frequentemente inofensivas e que se curam sem tratamento.
  • A vacina HPV tem uma eficácia baixa contra lesões de “alto-grau”, aqueles que geram maiores preocupações.

Mulheres sexualmente activas:

  • A vacina HPV tem uma eficácia baixa no que diz respeito a mulheres que já se tornaram sexualmente activas.
  • Adolescentes e mulheres jovens que são sexualmente activas já podem ter sido expostas às estirpes 16 e 18 do HPV, as mesmas incluídas na vacina.
  • A vacina não é eficaz em mulheres já previamente expostas às estirpes 16 e 18.
  • De facto, de acordo com o FDA, a vacina HPV na realidade aumenta as probabilidades de uma mulher desenvolver cancro do colo do útero se já tiver sido infectada com as estirpes do vírus HPV incluídas na vacina. A vacina agrava uma infecção HPV pré-existente na mulher.

De acordo com a FDA, “[Nós estamos preocupados com] o potencial que a Gardasil tem para potenciar a doença do colo do útero, em sujeitos que tenham evidências prévias de infecções persistentes com as estirpes de HPV relevantes na vacina.”

Eficácia negativa:

  • Num teste a mulheres onde se revelou estarem infectadas com as estirpes 16 e 18 do vírus HPV antes de receberem Gardasil, a vacina teve uma taxa de eficácia negativa de 45%.
  • Essas mulheres eram significativamente mais propensas a desenvolver lesões de “alto-grau” associadas ao cancro do colo do útero, do que mulheres que não tenham sido vacinadas.

George Sawaya, analista de estudo da vacina HPV, disse: “A recomendação para a vacinação generalizada das mulheres depois de se terem tornado sexualmente activas pode ter de ser repensada.”

Alternativas à vacinação:

Numerosos estudos revelam evidências convicentes de que factores nutricionais e dietas podem prevenir muitos tipos de cancro, incluindo cancro do colo do útero e até eliminar precursores desta doença. Por exemplo:

  • Em Novembro de 2003, “Causas de Cancro e Oncologia” publicou um estudo, revelando que o Ácido Fólico é preventivo no que diz respeito a lesões do colo do útero.
  • Outro estudo publicado no “Jornal Internacional do Cancro” descobriu que os tomates – ricos em licopeno -, são preventivos em relação a mudanças pré-cancerosas no colo do útero.

Conclusões em relação à vacina HPV:

  • As infecções HPV normalmente são inofensivas e curam-se por si próprias.
  • O cancro do colo do útero é raro em mulheres jovens e adolescentes.
  • O cancro do colo do útero não é tão comum como os outros tipos de cancro.
  • A FDA já recebeu mais de 8.000 relatórios de lesões e mortes causadas pela vacina HPV.
  • A vacina HPV só é eficaz contra 4 das 100 estirpes de HPV.
  • A vacina HPV tem uma eficácia baixa contra lesões de “alto-grau”, aquelas que geram maior preocupação.
  • A vacina HPV tem uma eficácia baixa em relação a mulheres que já sejam activas sexualmente e podem até aumentar o risco dessas mulheres contraírem cancro do colo do útero.
  • A vacina HPV nunca revelou ter prevenido qualquer caso de cancro do colo do útero.
  • Há alternativas nutricionais à vacina HPV.

 

Nota:

  • A informação contida neste artigo tem somente um propósito informacional e educacional, e não é para ser encarado como uma recomendação médica.
  • Este texto não se apresenta contra ou a favor da vacinação. Cada qual terá de analisar por si próprio.

(Texto extraído do livro Manual de Segurança das Vacinas (Vaccine Safety Manual) de Neil Z. Miller)

2 COMENTÁRIOS

  1. Na minha opnião prefiro seguir as alternativas nutricionais à vacina HPV. Um estilo de vida saudável é essencial. Fazer exercícios regulares e ter cuidado com a alimentação pode ajudar a prevenir o câncer assim como doenças crônicas. Estudos têm mostrado consistentemente que pessoas que comem mais frutas e verduras têm as menores taxas de cancro, e os investigadores continuam a aprender mais sobre o papel vital que os nutrientes encontrados nos alimentos vegetais desempenham nessa prevenção.
    Tambem essencial para uma vida saudável é tentar eleminar ou por de parte o stress e o açúcar elevado no sangue! Ambas as condições podem suprimir o sistema imunológico e inibem a ação dos glóbulos brancos responsáveis pela destruição de vírus como o HPV e anormais ou células cancerosas no corpo.

    Abraço da High

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