A História do Controlo da Informação na Educação e na Imprensa

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1912
Controlo dos Meios de Comunicação Social
Controlo dos Meios de Comunicação Social

Já na época da revolução francesa, os Iluminados da Baviera expandiam a sua propaganda nos círculos de leitura, para ganhar leitores para os seus desígnios. Mais tarde, no Século XIX, quando os Rothschild retomaram o banco da Inglaterra, serviram-se do jornal judeu Reuters com a mesma intenção subjacente.

Assim, também, as edições de jornais alemães, como Wolff, e franceses, como Havas, tiveram como finalidade criar um monopólio internacional de informações.

O CFR (Council of Foreign Relations) e o RIIA (Royal Institute for International Affairs) foram criados pela Távola Redonda para expandir a influência desta. O RIIA já havia sido imaginado por Cecil Rhodes, homem de Estado, britânico, sul africano e magnata do diamante, que desejava estender o domínio britânico ao mundo inteiro, mas sobretudo aos Estados Unidos.

O social conditioning do RIIA, já mencionado, é um meio de controlar as massas. Esse instituto formou o comandante John Rawlings Rees, técnico militar, que inaugurou, mais tarde, o Tavistock Institute for Human Relations em Sussex, na Inglaterra. O Tavistock Institute é o núcleo duro da conduta de guerra psicológica da Inglaterra. Como já mencionei, os métodos de Tavistock foram empregues na Inglaterra e também nos Estados Unidos para manipular as massas, servindo-se não somente da Imprensa, mas também do rádio e do cinema. Podemos, no presente, qualificar esses métodos utilizados durante décadas, como “Lavagem Cerebral“.

O CFR é em parte responsável pela criação da ONU, que lhe serve de ferramenta para alcançar a Nova Ordem Mundial, quer dizer, um governo mundial único.

Segundo os dados do «Spotlight» e de outras fontes já mencionadas no decorrer deste livro, oCFR detém actualmente o controle total do governo dos Estados Unidos, em colaboração com a Comissão Trilateral. Assim também, os postos de dirigentes dos serviços de informação são todos ocupados por membros do CFR. Trata-se, entre outros, da Reuters, Associated Press, United Press, Wall Street Journal, Boston GlobeNew York Times, Washington Post, ABC, NBC, CBS e RCA. A maior parte dos jornais internacionais utiliza as mesmas fontes. Os homólogos alemães do CFR são os Bilderberger e a Deustsche Gesellschaft für Auswärtige Politik (Sociedade Alemã de Política Estrangeira), DGAP. Por seu intermédio acrescentam-se, por exemplo, o Frankfurter Allgemeine, o Bilzertung e Die Zeit (existem certamente outros). Os membros do CFR, eles mesmos ligados ao RIIA e ao “Comité dos 300” detêm também os postos-chaves nos maiores trustee de energia, nos aparelhos militares e no governo dos Estados Unidos.

Controlo da Imprensa
Controlo da Imprensa

Através da influência da Távola Redonda, do “Comité dos 300” dos Bilderberger, do RIIA e do “Clube de Roma”, a situação é válida também para a Europa. A Skull & Bones – ordem dos Illuminati – forma o círculo “interior” do CFR e inclui, por esse facto, outras Meios de Comunicação Social: Time-Life, National Review, Minneapolis Star, Atlantic Monthly, Fortune, etc. Em 1880 a ordem Skull & Bones fundou a “Federação Económica Americana” e a “Federação Americana de História”.

No fim do século passado, a Skull & Bones já tinha uma influência considerável sobre o sistema educativo e escolar. Timothy Dwight era presidente da Universidade de Yale e as Universidades de Cornell e John Hopkins eram igualmente dirigidas por membros da Skull & Bones. Incluamos na lista McGeorge Bundy, que co-dirigiu a guerra do Vietname como conselheiro de segurança de Kennedy e do presidente Lyndon Johnson e que era igualmente deão da Universidade de Harvard. Toda a informação que vai contra as directrizes da “Federação Americana de História”, portanto, contra a Skull & Bones, é banida do programa de ensino. Na Alemanha e em todos os outros países do mundo acontece a mesma coisa.

Na Rússia e na ex-RDA, ensinou-se seguindo as directrizes comunistas, ditas “Iluminadas”, e nos países árabes ou judeus, seguindo os interesses destas nações. O mais importante para eles era educar o ser humano a não pensar, a não se servir do seu discernimento e a não agir de uma maneira autónoma.

No ano de 1946, a Rockefeller Foundation tinha investido 139.000 dólares para dar uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que, de facto, dissimulava que o regime nazista tinha sido inteiramente edificado pelos banqueiros dos Estados Unidos. Um dos principais doadores foi a Standard Oil Corp., de Rockefeller.

Na sua origem, a Ford Foundation foi fundada graças aos fundos da indústria de automóveis de Henry Ford. Mas finalmente, membros da Skull & Bones infiltraram-se também nessa fundação e utilizaram os seus bens para desviar o sistema escolar e embrutecer o público. O sistema escolar actual das nações ocidentais está igualmente controlado pelos Illuminati e as suas ramificações. A maior parte dos organismos que editam os livros escolares são indirectamente financiados pelos Illuminati.

McGeorge Bundy, igualmente membro da Skull & Bones, era conselheiro de segurança dos Estados Unidos durante a guerra do Vietname. Em 1966, tornou-se presidente da Fundação Ford e nomeou Harold Howe II, membro da Skull & Bones, como vice-presidente. Tudo o que se referia ao departamento de pesquisas e da Educação fazia parte da sua alçada. As despesas anormais de fundos da fundação obrigaram a família Ford a demitir-se.

As técnicas de conduta de guerra psicológica que tinham começado na Wellington House foram aperfeiçoados no Tavistock Institute for Human Studies.

Essas técnicas estão descritas por Edward Bernay:

Graças ao crescimento demográfico, a acção dos Illuminati tem mais amplitude sobre a consciência dos povos. Com o auxílio dos serviços de informação, da Imprensa, dos jornais, do telefone, do rádio, que são todos controlados pelos Illuminati, as ideias e as opiniões podem ser expandidas rapidamente através de todo o país. A manipulação consciente e inteligente do comportamento e da opinião das massas é um dos elementos mais importantes da sociedade democrática.

Aqueles que se servem desses mecanismos constituem o verdadeiro poder dirigente deste mundo.

A importância do papel dos Meios de Comunicação Social não é mais uma dúvida nos nossos dias.

Controlo dos Meios de Comunicação Social
Controlo dos Meios de Comunicação Social

A televisão, por exemplo, põe claramente em evidência como as mensagens negativas, tais como as informações, os filmes de terror e de violência, influenciam o comportamento do telespectador. A televisão é, no entanto, principalmente utilizada para sugerir opiniões. Como pensar, agir e parecer. O que é preciso possuir para se ser In e qual orientação política tomar. Hussein é mau, mas Bush, Clinton e Khol são bons. A Astrologia, a imposição das mãos, os OVNIs e a telecinésia são disparates, mas os filmes de pornografia, o futebol do domingo à tarde e a bebedeira no fim de semana não constituem problemas… Somente poucas pessoas ousam afirmar que pensam ao contrário. Pela única razão que arriscariam ser ridicularizadas por outros que sofreram uma Lavagem Cerebral. O facto é que, nos nossos dias, somos ridicularizados ou olhados de esguelha quando se tem uma opinião própria que vai contra a corrente, enquanto que na verdade deveriam felicitar-nos.

A semente cresce!

Outro exemplo encontra-se no cinema onde uma imagem, por exemplo, uma garrafa de Coca-Cola, é sobreposta na tela graças a uma técnica especial; o olho não percebe a imagem mas esta é captada pelo subconsciente a fim de que sejamos incitados ao consumo. É o que se denomina “mensagem subliminar”.

Mas o melhor exemplo encontra-se na indústria da música e discográfica. Já há décadas, exerce-se uma influência sobre o ouvinte como backward masking, servindo-se de gravações de alta frequência e de rituais mágicos. Com as gravações em alta frequência registam-se mensagens sobre a faixa sonora escolhendo uma frequência muito alta para que ela não seja audível pelo ouvido, mas para que atinja ao mesmo tempo o subconsciente (novamente, mensagens subliminares).

Por ocasião da backward masking, as mensagens são gravadas ao contrário e captadas também no subconsciente. Se tocarmos a faixa ao contrário, as mensagens são bem claras.

Eis aqui alguns exemplos:

Kiss (Kings in Satan Service)
Canção: «Good of Thunder»
Mensagem: O diabo, é mesmo o teu Deus!

Madonna
Canção: «Like a Virgin»
Mensagem: Eu chafurdo-me no pecado!

Queen
Canção: «Crazy Little Thing Called Love»
Mensagem: Ao diabo a Bíblia! Eu só quero é Magia!

Police
Canção: «Every Little Thing She Does is Magic!»
Mensagem: São os maus que têm o poder!

Rolling Stones
Canção: «Tops»
Mensagem: Eu amo-te, diz o diabo.

Prince
Canção: «Purple Rain»
Mensagem: O céu vai explodir!

Cindy Lauper
Canção: «She Bop»
Mensagem: Estás sem defesa ante o mal e obrigado a suportar as mensagens que te enviamos. Ha! Ha! Ha!

The Beatles
Canção: «Revolution n.º 9»
Mensagem: Start smoking marihuana! (Começa a fumar marijuana!) e Turn me on dead man! (Ilumina-me, homem morto = Jesus!).

É interessante saber o que John Lennon disse a Tony Sheridan em 1962 no Starclub de Hamburgo (se bem que isso saia do quadro do nosso assunto):

– Sei que os Beatles terão sucesso como nenhum outro grupo.
– Eu sei bem disso, pois vendi minha alma ao Diabo para isso.

Quem sabe? [1]

Tomemos outro exemplo da indústria discográfica:

John Todd, que conforme ele próprio afirma, era um iniciado dos círculos ocultistas dos mais poderosos dos Illuminati (do conselho dos 13), designa-os de organização luciferiana que a qualquer preço quer impor um governo mundial. Os Illuminati visam principalmente a juventude: Hitler também já o sabia:

– “O futuro pertence àqueles que conquistam a juventude para a sua causa”.

John Todd era o dirigente da maior associação de lojas de discos e de sociedades de gravação de concertos de todos os Estados Unidos: as produções Zodiac.

Segundo ele, os rituais de magia negra, pronunciados por 13 pessoas, estão registados na matriz (no original) de cada disco, quer se trate de música clássica, meditativa, de rock, de country, de baladas, de cantos patrióticos… ou de não importa de qual outra música se trate (e não somente de rock ou de heavy metal, como agradaria a certos fanáticos religiosos), o que faz com que a matriz seja marcada por uma influência demoníaca.

Essas pessoas agem assim não por razões financeiras, mas para controlar a mente do ser humano.

É superstição, é diabólico, dirão alguns. Seja diabólico ou não, nós estamos a lidar com a maior associação de lojas de discos de todos os Estados Unidos, sustentada pelas pessoas mais ricas deste planeta. Seja o que for que eles façam, esses manipuladores, seja qual for o nome que dermos às suas atitudes, isto permite com que fiquem ricos e se tornem [ainda] mais poderosos. Eles contribuíram para mergulhar o ser humano e as nações deste mundo no estado que conhecemos, e eles marcam fortemente todos aqueles que ouvem essas músicas, incluindo nós mesmos.

Uma segunda sociedade, surgida das produções Zodiac, nasceu mais tarde, na Califórnia; tinha o nome de Maranata. A sua finalidade: captar o interesse dos jovens cristãos e dos adeptos de outras religiões. Por isso, as músicas e os textos que ela comercializava não eram chocantes, se bem que contivessem mensagens satânicas e destruidoras. A primeira produção dessa sociedade foi Jesus Christ Superstar. Como podeis ver, os próprios nomes são um bluff, e, se não nos detivermos um pouco mais nisso, não poderemos entender o que está por debaixo. Que eles utilizem mensagens satânicas ou mensagens para instigar ao consumo, pouco importa. Mas o facto é que esses seres humanos – e existem muitos – agem contra o livre arbítrio de outros. Mas existem meios de proteger-se e de não se deixar apanhar.

Na realidade, o ser humano ainda possui a liberdade de escolher a música que quer ouvir. Os Meios de Comunicação Social são visivelmente um dos principais instrumentos que mantêm os seres humanos na tolice da ignorância.

É a razão pela qual quase ninguém está a par das verdadeiras dissimulações da Política, da Economia e da Religião. Nós não sabemos muita coisa sobre a génese do ser humano e sobre a nossa verdadeira origem, sobre a estrutura da nossa terra (em particular sobre o interior do planeta), sobre o estado real da Lua e de Marte, sobre o verdadeiro programa espacial, sobre a Energia Livre, sobre os procedimentos naturais para curar, sobre a cura espiritual, sobre a verdadeira vida de Jesus, sobre os corpos subtis do ser humano (a sua alma e a sua aura), sobre o seu campo magnético (o Merkabah) e sobre os Extraterrestres e a sua Tecnologia! Como podeis notar, não existe 0,1% de alemães que estejam a par das construções de naves voadoras no seu próprio país.

Controlo dos Meios de Comunicação Social
Controlo dos Meios de Comunicação Social

Reflectindo seriamente sobre tudo isso, será citado um trecho do livro de Hesemann, «UFO – Die Kontakte» («OVNIs – O Contacto») para explicar por quais razões os Meios de Comunicação Social continuam a desacreditar os OVNIs:

O número de objectos percebidos não cessava de aumentar, acreditava-se que a invasão dos OVNIs não iria acabar. Só no mês de Junho de 1952 a força aérea dos Estados Unidos assinalou 250 objectos voadores. O projecto de pesquisa de OVNIs, Blue Book da força aérea contava então nos seus dossiers com mais de 2.000 objectos percebidos, dos quais 25% estavam classificados na categoria desconhecidos. O fenómeno havia pois tomado uma extensão que se revelaria interessante para outros serviços.

O poderoso serviço secreto dos Estados Unidos que tem má fama, cito a CIA (Serviço Central de Informações), imiscuiu-se já em Setembro no inquérito oficial para “verificar” se essas naves voadoras ameaçavam a segurança do Estado e para saber se deveria fazer-se uma busca e investigações apropriadas. O presidente Jimmy Carter fez conhecer em 1977 toda uma série de documentos da CIA dessa época (Ver «UFOS – Die Beweise» («OVNIs, as Provas»). […] Em 11 de Setembro de 1952, Chadwell, comandante chefe das forças aéreas e vice-director do departamento científico da CIA, relatou ao director da CIA que tinha sido criado um sistema de detecção longínqua à escala mundial e que todas as grandes bases da força aérea tinham recebido a ordem de apanhar os Objectos Voadores Não Identificados. […] A existência de discos voadores acarreta dois perigos: o primeiro, é o efeito psicológico que eles têm sobre as massas; o segundo trata-se do espaço aéreo dos Estados Unidos, que eles tornam vulnerável. […] Nós recomendamos, sob o ponto de vista prático […] “elaborar as directrizes nacionais para determinar o que pode ser dito publicamente a respeito desses fenómenos”.

A CIA, baseando-se em novos programas de pesquisa, deve desenvolver uma política de informação ao público e recomendá-la ao conselho de segurança nacional para minimizar os riscos do pânico.

Isso era o mesmo que, usando as palavras do comandante Kchoes, recorrer a uma Censura astuciosa e impiedosa para tirar do ser humano toda a crença a respeito dos OVNIs. É com essa finalidade que a CIA organizou uma reunião no pentágono com os representantes da força aérea e com os cientistas, a fim de analisar em segredo as provas relativas aos OVNIs. […] Essa reunião aconteceu de 14 a 18 de Janeiro de 1953 sob a direcção do Dr. H. P. Robertson da Universidade da Califórnia, de onde provém o nome de Robertson Panel. O momento da reunião havia sido muito bem escolhido. No princípio de Novembro tinha sido eleito um novo presidente republicano, o general Dwight D. Eisenhouwer. No fim de Janeiro, Eisenhouwer deveria prestar juramento. Tratava-se de propor ao presidente, uma nova política que teria sucesso. Em 18 de Novembro, o director da CIA, o almirante Roscoe Hillenkoetter, já tinha declarado, numa circular, referindo-se à inauguração do novo presidente, a propósito dos OVNIs:

“Os motivos e as reais intenções desses visitantes são-nos totalmente desconhecidos. Precisamos velar, em primeiro lugar, pela segurança nacional. Os vôos de reconhecimento dessas naves aumentaram espantosamente da primavera até este outono, o que nos faz temer novas intervenções. Por essas razões e também por motivos nacionais e tecnológicos evidentes (é preciso ainda, a todo custo, impedir o pânico), a comissão de investigação do Majestic 12 opta em unanimidade para que a nova administração prossiga, sem interrupção, com sérias medidas de segurança.”

[…] No último dia, a comissão votou um “programa de educação” destinado ao público que deve pleitear duas finalidades principais, com a participação de todos os serviços relativos ao governo: a instrução e a banalização. A banalização visa a diminuição do interesse do público em relação aos discos voadores por intermédio da televisão, de filmes e de artigos. Os pretextos são fornecidos por acontecimentos reais que geram a confusão, mas que são explicados depois do acontecido. Assim como ocorre nos casos de magia, as pessoas tornam-se menos interessadas uma vez que o enigma foi resolvido […] A comissão decretou que as autoridades de segurança do Estado devem imediatamente fazer o necessário para tirar desses objectos voadores não identificados o status especial que eles possuem e também a aura de mistério que os envolve. Nós recebemos a ordem de colaborar com uma “campanha nacional de banalização”, explicou o porta-voz da força aérea, Albert M. Chop, – publicar artigos nos jornais e promover entrevistas que ridicularizem os relatórios escritos sobre os OVNIs. O comandante Ruppelt adicionou:

“Isso não é o pior. Intimaram-nos a guardar segredo sobre o que poderíamos ver ou, se uma revelação chegasse a público, encontrar uma explicação natural para o fenómeno (N.A.: fazer que se acreditasse que se tratava de balões, sondas, meteoritos, nuvens, testemunhas falsas, etc.). Deveríamos em todo caso, tudo fazer para que não se falasse mais nisso. Se uma explicação nos faltasse, só nos restaria ridicularizar as testemunhas.”

Nos meses seguintes, Chop e Ruppelt pediram demissão da força aérea. Essa política da CIA que visava a “banalizar” ou a ridicularizar o assunto dos OVNIs foi realizada com muito sucesso. Medimos a amplitude desse sucesso pela carta aberta da associação “Justiça para o Pessoal Militar” (JPM) de 4 de Setembro de 1987, enviada ao presidente dos Estados Unidos dessa época, Ronald Reagan:

“A campanha nacional de banalização dos OVNIs, ordenada pela CIA em 1953, fez editar livros e infiltrou a Imprensa com centenas de artigos, servindo-se de falsos “contactos com os OVNIs” e de embustes evidentes para ridicularizar o assunto dos OVNIs. Agentes da CIA infiltraram-se (e isso acontece até hoje) nos grupos civis de pesquisa sobre os OVNIs, os mais importantes, impulsionando-os a encontrar “outras explicações” ou tornando-os ridículos por meio de manipulações apropriadas. Essa política de maquilhagem ultrapassou as esperanças da CIA graças às manipulações brilhantes com que ficou provado pela Imprensa nessa campanha de difamação. Com medo de ser colocada no pelourinho, a Imprensa mostrou-se apenas crédula em face às “tomadas de posição oficiais”.”

O comandante da NATO Hans C. Peterson explicou os motivos pelos quais se guarda tanto segredo. Ele escreveu:

  1. O sistema monetário desmoronaria – nenhum poder o aceitaria;
  2. As religiões não teriam mais a chefia, pois a verdade é muito mais simples do que aquela que é ensinada nas igrejas. As igrejas e os seus dirigentes perderiam então o seu poder e a sua influência. Nenhuma igreja deseja isso;
  3. Nós conheceríamos uma nova fonte de energia que não poluísse e tomaria o lugar das fontes de energia que utilizamos hoje. Mas as multinacionais do petróleo, o lobby atómico, etc. perderiam os seus compradores e, portanto, o seu poder. Conhecendo a amplitude do seu controlo, sabe-se de que adversário se trata;
  4. Os nossos políticos reconheceriam por si mesmos – assim como os seres humanos da terra -, que somos todos uma única humanidade e que as fronteiras nada mais significam, que elas são apenas o resquício de um passado inoportuno. Quem teria ainda confiança nos nossos dirigentes políticos, se ficasse revelado que eles nos enganaram durante décadas para manter o seu poder?

Mathias Bröckers, do jornal berlinense «Taz», resumiu-o muito precisamente na sua reportagem sobre a conferência dos OVNIs em Frankfurt em 1990:

[…] nos dias de hoje como antigamente, os governos do mundo não têm nenhum interesse – se quiserem manter-se no seu lugar -, em reconhecer a presença de uma autoridade cósmica que lhes é espiritual e tecnologicamente superior. Quem ainda ouviria esse enfadonho Helmut Khol, quem assistiria aos nossos prémios Nobel e aos nossos especialistas cheios de arrogância, se um pequeno cinza vindo do céu aparecesse de repente na televisão e se pusesse a falar de leis e de regras em vigor no planeta Retícula e nos contasse a história do cosmos?

Ninguém! É por isso que os OVNIs serão, futuramente também, colocados na mesma conotação que o monstro do lago Ness. A existência dos Extraterrestres é subversiva e não permite mais subterfúgios, ela transtorna tudo o que dois milénios de Ciência e de pesquisas sobre a evolução trouxeram de conhecimentos bem estabelecidos.

E quem poderia continuar a prender-se pela “obra-prima da criação”, se o sobrenatural não é assim tão mais sobrenatural, se é simples e, além disso, mais natural do que o natural?

Para terminar:

Outro exemplo: o projecto estritamente secreto da CIA: MK ULTRA, que foi elaborado após os anos 50 por psicólogos e sociólogos americanos para verificar a mudança de consciência provocada pelas drogas.

Essas experiências não foram feitas com os porquinhos da Índia, mas com estudantes americanos. Os cientistas financiados pelo Estado davam-lhes estupefacientes e drogas psicadélicas, seja com o consentimento deles, seja sem que o soubessem. Essas experiências conduzidas de forma maciça, acarretaram na manifestação do movimento Hippie nos Estados Unidos.

NOTAS:

[1] Apesar de uma aparente cautela evidenciada pelo autor, ao longo da sua obra, em relação a mencionar “Deus” e o “Diabo“, insiste no entanto, em fazê-lo, indicando-os como sendo obra conspiratória. Resta-nos saber porque motivo o fazem. Quanto a nós, limitamo-nos como sempre a reproduzir o que foi escrito pelos autores, e a deixar as questões em aberto.

Fonte: Livro «As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX» de Jan Van Helsig

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