A Ideologia de Género nas Escolas: um escândalo conhecido por poucos

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A Ideologia de Género nas Escolas: a sua família é o alvo!
A Ideologia de Género nas Escolas: a sua família é o alvo!

A “Igualdade de género” é apresentada como uma construção social que supostamente visa a igualdade, a defesa dos direitos, a liberdade de expressão, a liberdade de escolha, tudo causas socialmente apelativas e justas.

Na realidade o seu objectivo visa precisamente o contrário, a saber, a desconstrução da família, da Sociedade e da própria biologia.

Existem 114 géneros diferentes e a ideia passa pelas crianças terem a liberdade de experimentar, conhecer e interiorizar esses diferentes géneros para poderem definir o seu, escolherem aquilo que querem ser, independentemente do sexo com que nasceram.

A finalidade é normalizar todos os tipos de comportamento sexual, passando a ser o mais estranho, e praticamente excluído, a heterossexualidade. É uma pura ideologia de sexo.

Binaridade e não-binaridade de género
Binaridade e não-binaridade de género
Exemplos de géneros não binários
Exemplos de géneros não binários

Ensinar e sensibilizar as crianças a respeitarem as diferenças dos outros é completamente distinto de incentivá-las a serem diferentes do que é suposto, mudar toda a Sociedade em função de casos particulares, de uma minoria e, mais grave ainda, utilizando os seres mais inocentes e indefesos: as crianças. Essas minorias deveriam, sim, ser apoiadas devidamente mas sem que houvesse uma sobreposição à normalidade.

A “Ideologia de Género” está a ser imposta nas escolas em Portugal, discreta mas gradualmente, através das crianças, sem conhecimento, consulta e aprovação dos pais.

Os pais confiam nas escolas e poucos têm conhecimento da situação vigente. Estão a ser atraiçoados.

Como se doutrinam as crianças?

A formatação inicia-se com crianças de 3 / 4 anos no pré-escolar e estende-se até aos 18 anos. Os conteúdos são administrados na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, a qual é transversal a todas as disciplinas e em todos os ciclos.

Utilizam-se diversas estratégias, das quais damos alguns exemplos:

Mostra-se um lápis vermelho à criança, perguntando-se qual a cor. “Vermelho” responde, responde a criança (porque efectivamente, o lápis é vermelho). Para sua surpresa, quando vai escrever, o lápis escreve azul. A partir deste exemplo, as educadoras explicam que o exterior é diferente do interior e que um menino pode parecer menino, mas na realidade ser uma menina. [6]

É assim que se começa a confundir as mentes das crianças.

Realizam-se actividades em que os meninos pintam os olhos e as unhas e vestem-se e caminham como meninas durante alguns minutos. As meninas vestem-se de meninos e pintam um bigode. Ensinam que os meninos podem passar a ser meninas e vice-versa, quando quiserem.

Em algumas escolas, as crianças vão assistir a peças de teatro em que homens vestem-se de mulheres e ao revés. Estas obras são escritas por travestis.

Pretende-se confundir as crianças de tenra idade. É nesta idade que se começa a desenvolver a percepção e inicia-se o processo natural de identificação com o outro. Torna-se mais significativa a diferença entre o sexo masculino e feminino, traduzindo-se na aparência, atitude, escolha de diferentes brinquedos, etc.

A escola sabe que é também nesta fase que há uma submissão inconsciente da criança perante o adulto. Esta copia e reproduz comportamentos, ou seja, vai incorporar as novas práticas que a escola incute. A criança entra em conflito com a sua condição natural, inerente ao ser humano. Esse conflito fomenta consequências negativas ao seu desenvolvimento mental saudável.

Estrategicamente, há um aproveitamento da fragilidade das crianças, suscitando-lhes dúvidas onde não existiam. Aplica-se uma autêntica lavagem cerebral.

Infindáveis situações vieram a público pela voz da autora de livros desta temática, Maria Helena Costa, a qual foi contactada por pais desesperados:  [6]

A 9 de Março de 2019, a escola Francisco Torrinha, no Porto, distribuiu uma ficha sociodemográfica no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento a alunos do 5º ano, alunos de 9 /10 anos, com as seguintes questões: [1]

Questões colocadas a alunos do 5º ano
Questões colocadas a alunos do 5º ano

Trata-se de um inquérito “invasivo” e inadequado que desordena as crianças.

Na Escola B1 Mestre Arnaldo Louro de Almeida, no bairro do Rego, em Lisboa, crianças de 3 / 4 anos numa actividade chegaram a despir-se, tocar-se e beijar-se. A escola afirmou ser normal por fazer parte das suas fantasias, no entanto, estas são ameaçadas com castigos caso relatem, em casa, as ditas actividades.

A 1 de Fevereiro de 2019, a Escola Raul Lino, no Estoril levou crianças de 8 / 9 anos a verem um bailado no Centro Cultural de Belém (CCB), onde os bailarinos simulavam actos sexuais (homens com homens, mulheres com mulheres e homens com mulheres).

Algumas crianças chegaram a casa a chorar, chocadas. Os pais, ao terem conhecimento do sucedido, confrontaram a direcção da escola. Num primeiro momento, defendeu-se pelo facto dos pais terem assinado a autorização (obviamente, nesse documento não constava o conteúdo promíscuo da peça). Posteriormente, a responsabilidade foi atribuída à associação que colaborou no evento que, por sua vez, redireccionou a responsabilidade para o Estado. O Estado negou ter conhecimento daquilo que o próprio determina. Ninguém foi responsabilizado.

Numa escola do Agrupamento de Escolas do Eixo, em Aveiro, uma criança de 5 anos, obteve avaliação negativa por não respeitar a “igualdade de género”. A educadora classificou como falta de respeito a distinção de brinquedos entre menina e menino.

Registo de Avaliação do Pré-Escolar
Registo de Avaliação do Pré-Escolar

Os pais, indignados, dirigiram-se à directora da escola para obterem esclarecimentos. Esta recebeu-os de forma agressiva, acusou-os de cometerem um crime ao tornarem a ficha pública e alegou a exposição da criança (a identidade, no documento, está preservada). Ameaçou os progenitores com uma queixa à CPCJ (Comissão de Protecção de Jovens e Risco) e ao Ministério Público por ordem do Ministério da Educação.

A finalidade é silenciar, condicionar e intimidar os pais, incutindo medo.

Noutra escola, um aluno relatou a afirmação de uma professora: “se até dois cães podem fazer sexo na rua, dois homens também podem”. São realizadas fichas com questões para averiguar se os alunos concordam ou não com a chamada “igualdade de género”. Nas aulas são passados filmes pornográficos. Os alunos não se podem recusar a ver, sob ameaça de levarem falta.

Vídeo enviado para os alunos, durante o período de férias, com austera “Ideologia de Género”:

Estes são, apenas alguns exemplos, de inúmeros casos concretos.

O “Projecto de Educação LGBTI” está a ser implementado nas escolas. São promovidas sessões de “LGBTQIA+” para os alunos. [2]

Onde são promovidas as sessões de formação do Projecto de Educação LGBTI
Onde são promovidas as sessões de formação do Projecto de Educação LGBTI

LGBTQIA+” é a sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgéneros, Queer, Intersexuais, Assexuais, Arromânticos. O sinal + representa qualquer outra pessoa que não seja coberta pelas outras sete iniciais. [3]

Esta sigla destina-se a promover a diversidade das culturas baseadas em identidade sexual e de género. Ela pode ser usada para se referir a qualquer um que não seja heterossexual. [3]

Depreende-se que a heterossexualidade é que passa a ser incomum e anormal.

Os professores / educadores, para administrarem estes conteúdos podem fazer acções de formação na APFAssociação para o Planeamento da Família”.

A APF é membro português da IPPFInternational Palnned Parenthood Federation”, associação sem fins lucrativos responsável por metade dos abortos feitos nos Estados Unidos da América. Reúne associações de planeamento familiar em quase todos os países do mundo. [7]

O Biscoito Sexual
O Biscoito Sexual

O Ministério da Educação tem em marcha um plano educativo com acções de formação para professores, tal como, manuais escolares que ensinam a dita “igualdade de género”.

Este orgão do governo cede orientações às escolas públicas e privadas para que adaptem casas de banho e balneários neutros, garantindo a “singularidade” dos alunos. Defende a identificação dos alunos transgéneros nas salas de aula ou nas pautas das notas e a liberdade de escolha dos alunos para vestirem o traje (saia ou calça) com o qual se identificam.

De acordo com o despacho publicado em Diário da República, as novas regras devem ser aplicadas de forma a que seja respeitado o “direito à autodeterminação da identidade de género, expressão de género e o direito à protecção das características sexuais de cada pessoa”.

Bruno Vitorino, foi afastado do seu partido por se manifestar contra a imposição da “Ideologia de Género” nas escolas. Acusou o governo de usar “alunos de 6 anos como cobaias de experimentalismos“ e acrescentou “o senhor primeiro ministro está a implementar esta treta nas costas dos portugueses”. [8]

Bruno Vitorino foi censurado no Facebook por se manifestar e foi apresentada uma queixa junto da CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género). Qualquer cidadão que se manifeste ou critique a “Ideologia de Género” pode ser vítima de uma queixa à CIG.

Constatam-se indícios de ditadura e totalitarismo.

Noutros países, em que a referida doutrina foi implementada há mais tempo, as duras consequências já se fazem sentir. Segundo informações do CBN NEWS, a “Ideologia de Género” eleva em 1000% o número de crianças em tratamento, no Reino Unido. [5]

A colonização desta doutrina é doentia, as crianças não têm liberdade para acreditar naquilo que observam, é incutido nas crianças a desconfiança e dúvida em relação aos valores que os pais lhes transmitem, levando-as a crer que são mentira. A sua percepção é destruída. O equilíbrio emocional das crianças fica comprometido.

O estado tira o poder e a credibilidade aos pais em relação à educação dos seus filhos e lança a família para segundo plano. A família é a base da Sociedade e deve ser fortalecida. As crianças não são pertença do Estado.

Os cidadãos que se pronunciam contra esta instrução imposta são apelidadas de retrógradas, conservadoras, homofóbicas, transfóbicas, preconceituosas, etc. No entanto, contempla-se uma clara oposição à heterossexualidade, uma desintegração da família tradicional e, consequentemente, uma contenção à reprodução.

 A “Igualdade de Género” é apresentada como uma tolerância e defesa de direitos, mas na realidade é uma ideologia bárbara contra seres indefesos, vulneráveis e inocentes, executando uma gravíssima afronta ao ser humano, essência familiar e à Sociedade.

Há esperança pois a Constituição garante a liberdade ao cidadão, o estado não pode ditar nem prevalecer sobre a vontade dos pais (Artigos da Constituição: art.º 36, nº 5, art.º 41.º, n.º 1 e art.º 43.º, n.º 2.)

Esta lei, por enquanto, em vigor, é favorável aos cidadãos. Artur Mesquita Guimarães processou o Ministério da Educação e venceu o processo na primeira instância. Este processo desencadeou-se pelo facto da escola ter chumbado dois dos seus filhos por não assistirem à mencionada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. [4]

Como combater / reverter? 

1 – Mediante união dos pais e todas as pessoas, efectuando partilhas e alertas sobre este tema.

2 – Escrever ao Ministério da Educação refutando esta colonização, bem como, escrever às escolas reivindicando a chamada “Igualdade de Género” e a obrigatoriedade da disciplina Cidadania e Desenvolvimento.

3 – É necessário estar alerta e dialogar, frequentemente, com as crianças para se perceber quais os conteúdos transmitidos na escola.

4 – As crianças não devem assistir a filmes, vídeos, novelas e bonecos animados que incitem à sexualidade e à destruição de princípios e valores da família tradicional.

5 – Circula uma petição para tornar a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento opcional. Assinar:

Petição para tornar opcional disciplina de cidadania e desenvolvimento (Para: Ministério da educação)

6 – Criaram-se movimentos cívicos pela defesa das crianças através de páginas de Facebook, intituladas “DeixemAsCriançasEmPaz”, “Identidade de género, Toda a Verdade” e “Professores e pais contra a Ideologia de Género“. É utilizada a hashtag: #éhoradospais. É importante que as pessoas se reúnam em torno deste problema.

É urgente proteger as crianças. Há esperança porque o amor dos pais pelos filhos vence qualquer luta.

Não somos contra qualquer tipo de orientação sexual. Cada um sabe de si. Mas o que se está a passar nas nossas escolas vai muito para além disso.

Fontes: 

[1] Escola do Porto questiona alunos sobre a sua orientação sexual. Jornal de Notícias. 10 de Outubro de 2018.

[2] Relatório do Projeto de Educação LGBTI 2016 – 2018

[3] Bluevision. «O que significa a sigla LGBTQIA+?»

[4] Notícias Viriato. «Min. da Educação Chumba Alunos de Excelência por 2 anos: Pai Defende a Liberdade Educativa em Tribunal». 16 de Julho de 2020.

[5] Guiame.com.br. «Ideologia de gênero eleva em 1.000% o número de crianças em tratamento, no Reino Unido.» 11 de Março de 2016.

[6] O que é realmente ensinado na disciplina Cidadania e Desenvolvimento (Vídeo de Maria Helena Costa). Canal Paradigmas no Youtube. 14 de Agosto de 2020.

[7] Associação para o Planeamento da Família. Quem somos.

[8] «BE apresenta queixa na CIG contra deputado do PSD por comentários “homofóbicos”». Expresso. 12 de Março de 2019.

Fontes para consulta:

4 COMENTÁRIOS

  1. Não podemos desesperar, mas também não podemos ignorar. É demasiado grave para fingir que não é nada connosco. Os portugueses não estão informados, é creem nas “boas” intenções do Ministério da Educação, por ser um órgão de soberania superior. Este artigo está muito esclarecedor, tem de ser fortemente divulgado. Temos que nos unir e libertar-nos destes ministros podres, velhacos e falsos, cobardes e desonestos, terroristas e traidores. Nuno Vitorino, terá sempre o apreço de todos os portugueses, e certamente que não lhe falta trabalho. Ele devia-se candidatar a Ministro da Educação. George Soros está a injectar dinheiro para a promoção da ideologia de género nas escolas, e tem em Portugal muitos amigos, pois alguns, 8 pelo menos, fazem parte da lista desmascarada dos 226 deputados europeus que em vez de trabalharem para a Europa, trabalharam para a destruição da mesma, promovendo projetos anti-civilizacao europeia.. Unamo nos contra os projetos diabólicos em curso.

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