Como é que a Segunda Guerra Mundial permitiu aos sionistas criar o Estado de Israel?

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Banhos de sangue patrocinados pelos Sionistas
Banhos de sangue patrocinados pelos Sionistas

A Segunda Guerra Mundial abriu caminho para a fundação do Estado de Israel, como foi programado desde 1871. As feridas cicatrizaram-se lentamente na Europa, e a atenção do mundo voltou-se para o Médio Oriente, onde os sionistas estavam em vias de estabelecer o Estado de Israel na Palestina. A morte de Lorde Moyne por dois sionistas suscitou uma viva reacção na Inglaterra. Por ocasião do congresso sionista em 1946 em Genebra, ficou decidido recorrer ao terrorismo para edificar o Estado sionista. Foi assim que nasceram numerosas organizações terroristas na Palestina, cuja finalidade era de criar pela força, o Estado de Israel.

As duas mais importantes foram o Irgun Zvai Leumi de Menahem Begin e o Grupo Stern de Yitzhak Shamir. Quando os árabes fizeram correr mais sangue ao combaterem os ingleses na Palestina, fez-se um apelo à ONU, que decidiu, em 29 de Novembro de 1947, dividir a Palestina em dois estados independentes: um árabe, outro judeu. Esse princípio de divisão de um Estado para governar-nos é bem conhecido do tempo de Roma: Divide et Impera (dividir para melhor reinar). É a garantia de discórdias que não acabam mais. E este foi o caso. A separação suscita perturbações ainda mais sangrentas, obrigando a ONU a retirar-se. Os sionistas aproveitaram-se para dividir arbitrariamente a Palestina. O Grupo de Stern e o Irgun Zvai Leumi (sob a direção de Beguin) atacaram a cidade Deir Yasin e degolaram todas as pessoas, como uma advertência para o caso de os árabes continuassem a resistir. Estes refugiaram-se nos países vizinhos, salvo alguns que se reuniram sob a direção de Yasser Arafat e da OLP.

A declaração da independência de Israel em 14 de Maio de 1948 causou novas desordens. Desde então, o Médio Oriente é um foco que fomenta ódios e assassinatos. Mas isso correspondia perfeitamente às finalidades desejadas pelos Illuminati  de Albert Pike.

Fonte: Livro «As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX» de Jan Van Helsig

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