A ligação do atentado contra Kennedy aos OVNIs, ao Vietname e aos Illuminati

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1818
Atentado de Kennedy
Atentado de Kennedy

Os motivos do atentado contra J. F. Kennedy são o objecto de violentas especulações desde Novembro de 1963. Sabemos que o jovem presidente se preparou para escolher a sua própria orientação concernente às questões de grande importância estratégica, o que se opunha fortemente aos poderosos interesses políticos e financeiros do Poder Instalado. Ele não era um bom “parceiro” e uma das causas do seu assassinato foi ter dispensado, logo após a sua tomada de posse em 1961, o chefe todo-poderoso da CIA, Allen Dulles, que acabava de sofrer um revés na operação da “Baía dos Porcos” (exilados cubanos que não conseguiram aportar na “Baía dos Porcos” em Cuba, em Abril de 1961). JFK também tencionava a retirada de alguns conselheiros americanos do Vietname.

Com efeito, deu-lhes a ordem de retirarem-se em Outubro de 1963. O que irritou também enormemente os Illuminati foi o facto de Kennedy querer claramente diminuir as actividades militares da CIA no sudeste da Ásia. Notificou ao congresso em 18 de Julho de 1963 que tencionava pôr em aplicação toda uma série de disposições para acabar com o deficit dos pagamentos dos Estados Unidos. Queria tornar a activar a exportação de mercadorias industriais e aumentrar os impostos sobre os bens dos cidadãos americanos no estrangeiro. Os impostos a pagar sobre o capital investido no estrangeiro seria aumentados em até 15% por ano. Tal representava, evidentemente, uma desvantagem a mais para os banqueiros internacionais. Kennedy teria sido – e como – o homem que faltava para defender os direitos do povo.

Se quisermos levar em conta outro motivo muito mais importante, deixemos, mais uma vez, mas brevemente, o sector da Política. Referimo-nos à descoberta do disco voador que se espatifou em 2 de Julho de 1947 em Roswell, Novo México. Descobriram-se nesse disco quatro pequenos humanóides. Nesse caso houve 92 testemunhas, 35 testemunhas em primeira mão, do pessoal da Força Aérea. Em 13 de Fevereiro, encontraram outro disco espacial nos arredores de Azteca, no Novo México. A segunda queda de outro disco nessa mesma região aconteceu em 25 de Março de 1948 no Heart Canyon. O disco tinha 33m de diâmetro, e era fabricado com um metal que nunca tinha sido visto antes, e nele foram encontrados 16 mortos que mediam perto de 1,20m. Em 1949, foi encontrado outro disco em Roswell, e um dos passageiros sobreviveu. Um oficial da aviação recebeu a ordem de enviá-lo a Los Alamos onde se encontravam, nessa época, as instalações mais seguras das forças armadas dos Estados Unidos. Descreveram o passageiro como um humanóide reptilóide com certas características próprias aos insectos.

EBE
EBE

Denominaram-no simplesmente EBE (Extraterrestral Biological Entity). O EBE relatou que os da sua raça faziam visitas à terra há já 25.000 anos, que eles vinham de um sistema de estrela dupla, que seu planeta era desértico e que o seu sol ameaçava desaparecer. Também afirmou que dispunham de bases subterrâneas em diferentes países da terra. O EBE assegurou ao jovem coronel que o tinha acompanhado, a existência da reencarnação e a sobrevivência da alma, que correspondem às leis do Universo. Foi tudo anotado e reunido sob o código Yellow Book. Procurou-se entrar em contacto com a raça EBE, mas sem sucesso. Esse projecto tinha o nome de SIGMA. No fim de 1951, o EBE adoeceu gravemente. Como as funções biológicas de seu corpo dependiam do fornecimento de clorofila, apelaram a um botânico, o Dr. Guilhermo Mendoza, para tratá-lo. EBE ficou em Los Alamos até à sua morte, em 18 de Junho de 1952, “por motivos desconhecidos”. O coronel que cuidava dele terá chorado a sua morte. Via-o como um filho. Mais tarde, sob o projecto Robertson-Panel, adaptaram esse acontecimento no cinema: o filme teve o título ET. Esse filme de ficção científica tinha por finalidade familiarizar o público com esse acontecimento real.

Em 6 de Dezembro de 1950, outro disco (de 30m de diâmetro) caiu perto de Lareddo, no Texas. Encontraram nos destroços um passageiro calcinado de 1,30m com uma cabeça extremamente grande. Esse incidente suscitou uma viva emoção pelas fotos divulgadas. Em Maio de 1953, recuperaram em Kingman, no Arizona, outro disco, que media desta vez somente 10m de diâmetro. Nele havia 4 mortos, os quais também foram enviados, como os outros, a Wright Patterson Air Force Base (Hangar 18). (Como dizem tão propriamente os americanos: Reality is sometimes stranger than fiction! – A realidade ultrapassa por vezes a própria ficção!).

Desde a primeira queda, foram criadas muitas Organizações Secretas que se ocupavam de tudo o que dizia respeito aos OVNIs: a mais importante foi a operação Majestic 12, fundada em 12 de Setembro de 1947 pelo presidente Truman, e da qual dependiam todos os outros projetos (Majesty é o nome do código para o presidente). Entre os membros havia o Dr. Vannevar Bush, conselheiro científico do presidente; o ministro da Defesa Florestal e também, mais tarde, Nelson Rockefeller, Allen Dulles, chefe da CIA e J. Edgar Hoover, chefe do FBI.

Os outros faziam parte do CFR. Todos os doze eram também membros da Jason Society ou Jason-Scholars, da elite da ordem Skull & Bones. A sede do grupo, situada em Maryland, é acessível somente por via aérea e é conhecida pelo nome de Country Club pelos círculos dos iniciados.

Os projectos concebidos sob a direção do Majestic 12 eram, entre outros, os seguintes:

  • 1.) O projecto MAJI (Majority Agency for Joint Intelligence): esse serviço reuniu todas as informações concernentes aos serviços secretos. MAJIC significa controlado por MAJI em colaboração com a CIA, a NSA, o DIA (serviço de informações da defesa do país) e o Naval Intelligence (serviço secreto da marinha); o projeto SIGN tinha o estudo dos fenômenos OVNIs. Mais tarde, esse projecto tomou o nome de projeto GRUDGE (pode ser devido às numerosas partes de corpos humanos que foram encontrados em duas das naves);

  • 2.) o projecto Blue Book: refere-se ao resgate de objectos voadores tombados na terra, e de acordo com o projecto Robertson-Panel, que visa desinformar intencionalmente o público;

  • 3.) o projecto SIGMA: trata da comunicação com a raça de EBE;
  • 4.) o projecto Snowbird: refere-se a Tecnologia de objectos voadores Extraterrestres para tentar pilotar um desses objectos;

  • 5.) o projecto Aquarius: serve de cobertura para coordenar os programas de pesquisa e de contactos com os Extraterrestres;

  • 6.) o projeto GARNET: estuda a influência dos Extraterrestres sobre a evolução humana;

  • 7.) o projecto POUNCE: que trata dos despojos das naves espaciais que caíram e dos exames biológicos feitos com os corpos dos passageiros;

  • 8.) o projecto Redlight: que decide sobre os ensaios a serem feitos em vôo com as naves espaciais que foram encontradas ou que foram deixadas à disposição pelos Extraterrestres. Esse projecto está mantido, neste momento, no domínio de Área 51/Groom Lake, em Nevada;

  • 9.) o projecto Luna: nome do código para a base extraterrestre na lua que foi observada e filmada pelos astronautas do Apollo. Aí exploram uma mina e guardam as grandes astronaves em formato de charuto;

  • 10.) as Delta Forces: são unidades especialmente formadas para esses projectos.

Segundo a informação de William Cooper e George Segal, a CIA teria sido criada especialmente para dissimular a existência dos Extraterrestres. Segundo W. Cooper e G. Segal, o grupo da elite secreta internacional Die Bilderberger, foi criada também para ocultar os contactos estabelecidos com os Extraterrestres, apesar de actualmente serem conhecidos pela sua vertente política.

O que esperam pois de nós os Extraterrestres?

Porque é que eles não se dirigem aos dirigentes ou ao presidente de um país? Eles fizeram-no! E foram muitos os que o fizeram!

Não foram somente George Washington e Abraham Lincoln que afirmaram ter sido contactados por Extraterrestres. O presidente Roosevelt teria tido, em 1934, por ocasião de um cruzeiro no Pacífico, um encontro arranjado por Nicola Tesla com os passageiros de um disco voador. O presidente Truman, também teria tido uma entrevista pessoal com os Extraterrestres em 4 de Julho de 1945. Alguns filhos dos Rothschild deram a entender que no início deste século, os seus pais teriam se encontrado os passageiros de um OVNI. Mas os relatórios que temos só emanam de pessoas isoladas que aceitaram contá-los e pô-los por escrito.

Existe entretanto, provas concretas dos encontros do presidente Dwight D. Eisenhower.

Michael Hesemann escreveu a esse respeito:

Assim tranparece das relações estabelecidas pelas pessoas em contacto com os Extraterrestres que estes últimos, desde a sua aparição maciça sobre Washington no Verão de 1952, tiveram contacto com o governo americano. […] E ainda: encarregaram pessoas diferentes, entre outras George von Tassel, para enviar mensagens ao presidente. Após as eleições presidenciais do Outono de 1952, foi o general Dwight D. Eisenhower que ocupou o lugar de presidente. Anteriormente, durante a sua carreira militar, já tinha sido informado das quedas dos OVNIs em Roswell, Azteca e Lareddo, que aconteceram entre 1947 e 1950. Após sua eleição em 18 de Novembro de 1952, recebeu um relatório sobre a situação da comissão governamental “Majestic 12”, que tinha sido encarregada pelo seu predecessor Truman de examinar os destroços dos OVNIs recuperados. A comissão recomendou ao presidente segredo absoluto por motivo “de segurança nacional”. […]

O lugar escolhido para que Eisenhower estabelecesse o seu contacto foi a Base Edwards da Força Aérea (MUROC) na Califórnia. Já se tinham desenrolado demonstrações de OVNIs nesse lugar há meses e, como veremos, até há anos:

  • Em 8 de Julho de 1947: quatro diferentes Objectos Voadores Não Identificados em forma de disco foram vistos sobre MUROC AFB e no terreno de ensaios secretos de Rogers Dry Lake;
  • Em 31 de Agosto de 1948: um grande objecto com uma cauda de chamas azuis, longa, com mais de 1 km, passou sobre MUROC a 17.000m de altitude;
  • Em 14 de Julho de 1950: um piloto da marinha e diferentes pilotos civis observaram uma astronave em forma de charuto a 40 km a leste de MUROC;
  • Em 10 de Agosto de 1950: Robert E. Wykoff, físico da marinha, observou com seu telescópio um grande objecto em forma de disco que manobrou perto de Edwards;
  • Em 30 de Setembro de 1952: o fotógrafo especializado Dick Beemer e duas outras testemunhas observaram dois objectos em formato de bola, ligeiramente achatada, manobrando acima de Edwards.

– «UFO – Die Kontakte» («OVNIs – O “contacto”») p. 55 e seguintes.

20 de Fevereiro de 1954 foi o dia D. Esse acontecimento está confirmado por filmagens e por diferentes testemunhos, entre eles: o de Gerald Light, do poderoso grupo de Imprensa CBS; conde de Clancerty, membro da câmara alta dos Lordes na Inglaterra; William Cooper, ex-agente secreto; Paul Salomon, membro pessoal da aeronáutica, e muitos outros que estavam estacionados nessa época, em MUROC/Edwards.

Nesse dia, todos os oficiais, inclusive o comandante, correram para a torre de controlo para observar um grande disco de 60m a 100m de diâmetro que planava acima da pista de descolagem. Ficaram a observar durante horas até que todos da base, até ao último, ficassem a par.

O disco fazia manobras de vôo desafiando todas as regras da física; deslocava-se de baixo para cima, de um lado para outro, em ângulo recto, etc.

Um pouco mais tarde, eram no total cinco objectos voadores, três em formato de disco e dois em formato de charuto.

Eisenhower chegou à base, de avião; nessa altura andava a realizar um tratamento próximo a Palm Springs. Ele e todo o pessoal da base foram testemunhas da descida de um pequeno grupo de ocupantes, que se aproximaram deles. Tinham um aspecto humanóide, o seu tamanho era mais ou menos como o dos seres humanos, eram loiros e falavam inglês.

OVNI visto por Eisenhower
OVNI visto por Eisenhower

Propuseram o seu auxílio para o desenvolvimento espiritual da humanidade com a condição, disseram eles, de que aceitássemos destruir as nossas armas atómicas.

Não estavam prontos a colocar à nossa disposição a sua Tecnologia, pois não éramos capazes de utilizar sequer a nossa como humanos responsáveis. Pensavam que qualquer Tecnologia nova só serviria para matar-nos mutuamente. Essa raça explicou que estávamos num caminho de autodestruição, que deveríamos cessar de destruir-nos, de poluir a Terra, de explorar as riquezas minerais.

Deveríamos viver em harmonia com a criação. Era capital para nós aprendermos a considerar-nos como cidadãos de uma família planetária e que tinhamos o dever de comportar-nos como tal.

Devíamos abandonar o mais rápido possível a nossa crença de podermos agir com base apenas nos nossos interesses. Não poderíamos entrar em contacto com eles a não ser que começassemos a conduzir-nos como cidadãos de um sistema planetário.

Eles também eram parte dessa família planetária, e deveríamos tratá-los assim, a eles e a todos os nossos semelhantes sobre a Terra. Desde que tivéssemos aprendido a manter relações de paz com todas as outras nações, poderíamos conseguir relações interplanetárias.

Todas as pessoas presentes mantiveram-se céticas em face a essa linguagem, principalmente no que se referia à exigência imperativa do desmantelamento nuclear. Ninguém poderia imaginar que um desarmamento pudesse ser de interesse dos Estados Unidos.

Todos temiam ficar indefesos diante dos Extraterrestres. A oferta foi recusada! Os Extraterrestres declararam então que continuariam a manter contacto somente com indivíduos isolados enquanto os humanos não os aceitassem. Foi então que fizeram uma demonstração das suas possibilidades técnicas que impuseram respeito ao presidente, que se mantinha lá, paralisado, dentro do seu círculo. Mostraram suas naves espaciais ao presidente e provaram também a sua capacidade de tornar-se invisível. Eisenhower sentiu um mal estar! Ninguém podia vê-los, mas todos sabiam que eles estavam lá. De seguida os estrangeiros entraram nas suas naves e descolaram.

O astronauta americano Gorden Cooper confirmou esse acontecimento e contou que viu um filme, durante o seu serviço, mostrando uma aterragem de OVNIs numa base da força aérea na Califórnia nos anos 50. Encontrareis nos livros de Michael Hessemann «UFOS – Die Beweise» («OVNIs – As provas») e «UFOS – Die Kontakte» («OVNIs – O “contacto”») toda a história nos mínimos detalhes assim como as respostas a todos os comos e porquês. Ele teve o trabalho de fazer um resumo de mais de 50 livros e especialmente de livros americanos dos documentos com numerosas e excelentes fotos. «UFOS – Die Beweise» contém os documentos secretos da CIA que ficaram acessíveis ao público graças ao Freedom of Information Act no fim de trinta anos de segredo. Houve outros contactos com governadores, mas seria preciso tomar conhecimento de todos esses contactos para ter um apanhado da diversidade dos temas referentes aos OVNIs. Existem também vídeos que contêm em particular a aterragem de uma nave em 1964, na base da força aérea Holloman.

Voltemos agora a Kennedy. Após ter sido eleito presidente e ter sido informado a respeito dos OVNIs recuperados e dos projectos secretos que incluíam o estudo dos sobreviventes, ele quis tornar essas informações públicas. Forestal, ministro da Defesa e membro do Majestic 12, já tinha procurado fazê-lo antes; foi atirado pela janela do hospital com um lençol ao redor do pescoço em 22 de Maio de 1949.

Kennedy teve direito a um tratamento similar: foi assassinado em 22 de Novembro de 1963 em Dallas, no Texas.

O primeiro tiro de fuzil veio efectivamente do entreposto, mas esse não foi mortal. O tiro mortal foi dado pelo motorista do seu próprio carro, o agente da CIA, William Greer, que visou a cabeça de Kennedy com uma arma própria da CIA. Quando assistimos em câmera lenta o filme original do atentado e prestamos atenção ao motorista, vê-se claramente que ele se vira com a arma na mão, atira, e é então que a parte de trás da cabeça de Kennedy rebenta.

Nos filmes projectados na maior parte dos países ocidentais, o motorista não aparece. Numa emissão da ARD (primeira cadeia de televisão alemã) a Spigel TV, em 21 de Novembro de 1993, experimentou convencer os espectadores que o atentado nada tinha a ver com a CIA, enquanto que a RTL difundia quase no mesmo momento, uma notícia contrária. Sem fazer comentários, mostraram nas duas cadeias uma só vez o filme por inteiro; nos filmes seguintes, já não aparecia o motorista. Mas aquele que sabia onde fixar a sua atenção podia reconhecer nas imagens originais o motorista a disparar com a sua arma.

John Lear, filho de Lear Aircraft (hoje proprietário) e antes designado como o melhor piloto da US Air Force (com 17 recordes no mundo), encontrou três filmes originais, entre outros, no Japão. Ele fez com que fossem analisados por computador para provar a sua veracidade. O próprio e William Cooper, ex-membro da Naval Intelligence (serviço secreto da marinha) e autor de «Behold a Pale Horse», fazem actualmente conferências nos Estados Unidos, onde se pode obter os filmes originais. William Cooper perdeu a perna direita por causa desse filme: Ele foi vítima de um atentado em 1973. A televisão japonesa, de seguida, divulgou várias vezes esses filmes originais nas actualidades televisionadas nos horários de grande audiência. A análise por computador permitiu identificar a arma e descreveu-a como sendo de um calibre especial empregado pela CIA. Quanto à bala, tratava-se igualmente de um projéctil especialmente concebido para a CIA, o qual explodiu no cérebro de Kennedy e provocou a sua desintegração.

Teriam participado na preparação do atentado os membros da CIA, Orlando Bosch, E. Howard Hunt, Frank Sturgis e Jack Rubenstein (aliás Jack Ruby). A CIA, em agradecimento, liquidou as enormes dívidas de jogo de Ruby.

Lee Harvey Oswald, que também tinha sido membro da CIA, trabalhava no momento do atentado para Jack Ruby. A sua morte foi programada. Jack Ruby matou-o antes que ele pudesse provar a sua inocência. O culpado foi encontrado; e ele já não podia provar o contrário.

A CIA odiava Kennedy. Ele era, no parecer desta, o responsável pelo mau encaminhamento que tomaram os seus projectos concernentes ao Vietname, Cuba e os OVNIs.

Um colaborador da CIA, que tinha participado na operação da “Baía dos Porcos”, afirmou que todas as pessoas que trabalhavam em seu sector levantaram-se e aplaudiram assim que souberam da novidade da morte de Kennedy. Nas audiências diante do comité especial para atentados, numerosos desses factos foram desvendados, mas segundo a lei de segurança do Estado americano, os arquivos estão fechados até 2029. Após essas audiências a CIA viu-se proibida de qualquer operação secreta no interior dos Estados Unidos. Quem pode acreditar que ela se limitou a isso?

Todas as testemunhas da Conspiração foram assassinadas ou morreram de cancro fulminante que lhes tinha sido injectado. O motorista que disparou, morreu, por exemplo, três semanas após o atentado.

Segundo o Warren-Commission-Report, relatório oficial do atentado contra Kennedy, Lee Harvey Oswald teria sido o único assassino. Foi o que pudemos ler, nove horas mais tarde em todos os jornais americanos.

A conspiração da CIA e do “Comité dos 300” foi guardada em silêncio. Por uma boa razão: os Illuminati tinham sido muito eficazes ao controlar os agentes de Imprensa. Trata-se de um exemplo, entre outros, que prova que nações inteiras recebem durante décadas informações errôneas, até ao dia em que um investigador corajoso se encarregue de fazer as investigações necessárias.

Robert F. Kennedy, o irmão de J. F. Kennedy, que também era um obstáculo aos Illuminati, morreu em 5 de Junho de 1968, justamente antes de ganhar as eleições presidenciais. Nesse caso, o assassino único foi Sirhan Sirhan. Estava sob o efeito da droga que foi preparada pela CIA para essa circunstância especial.

Para ficarem seguros de que Sirhan Sirhan não erraria o seu alvo, o guarda-costas de Howard Hughes teria disparado a “bala suplementar” que encontraram, mais tarde, na cabeça de Robert Kennedy. Segundo os dizeres do juíz de instrução, apoiando-se sobre as provas balísticas, a boca da arma deveria estar de 5 a 8 cm de distância da cabeça de Kennedy; quanto à arma de Sirhan, estava a mais ou menos 30 cm de distância. Estas circunstâncias também foram dissimuladas para o público. As publicações internas da CFR e da ordem Skull & Bones continham entretanto, essas informações. Segundo o nº 12 dos Protocolos, é preciso suprimir as pessoas que constituem um entrave ao “plano”.

Encontrareis em particular no livro de William Cooper «Behold a Pale Horse» a história completa do atentado com os nomes, os dados e os factos concretos assim como as relações travadas pelos Estados Unidos com os Extraterrestres.

Fonte: Livro «As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX» de Jan Van Helsig

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